sábado, 29 de agosto de 2009

Hadashi de Bara wo Fume

Em uma tarde preguiçosa de sábado, depois de uma manhã de compras e após ter recusado o usual convite da bebedeira do sábado a tarde... voltei aos mangás. E mais uma vez entrou em cena um shoujo "histórico", ambientado na era meiji (se não em engano), chamado Hadashi de Bara wo Fume, de Ueda Rinko.

Ele explora um teminha muito batido (e totalmente "funcionável"), onde o príncipe resgata a bela mocinha pobre de seu destino miserável. Obviamente a tal mocinha é o padrão da bondade, altruismo e afeto, enquanto o príncipe é o típico pobre menino rico, que (mesmo sendo o Sr. Perfeito) nunca teve carinho e blá blá blá.

Conta a estória de Sumi Kitamura, e seus seis irmãos (sendo cinco criancinhas adotivas), que vivem na total pobreza, devido a irresponsabilidade do único irmão mais velho. A situação chega a um ponto tão crítico, que Sumi opta por vender seu corpo para evitar que os pequenos sejam vendidos para o exterior pelo seu senhorio, ao qual deve 2000 ienes. Nisso aparece Souichirou, um milionário que a compra pelo dinheiro da dívida.

Logo descobrimos que Sumi é comprada para se casar com Souichirou para que o mesmo possa herdar a herança de seu avô. Ela se vende por dinheiro e ele a compra pelo mesmo motivo, e a baganha é feita da seguinte forma:
Obviamente isso em algum momento não iria dar certo, não acham? rsrsrs

No início eu comecei pensando no quão ridículo era o enredo. Achei o argumento fraco, tudo previsível, muito clichê e óbvio. Ai depois eu me confundi, trocando minha opinião de quem eu achava que era o bom e quem eu achava que era o ruim... ai, como sou muito fraca e sucetível, sucumbi.

Admito que é uma estória batida (além de ser impossível), que tem muitos clichês e que várias partes são tão óbvias que chegam a ser ridículas. Além de odiar coisas do tipo "mamãe sou dona-de-casa", típicos da protagonista, como por exemplo ela limpar a vidraça da mansão do marido multimilionário. Me poupe! Mas, sinceramente, tem cenas engraçadas (as que ele ameaça jogá-la no mar, p. ex.) e você, em algum momento começa a torcer pelo casal.

Essa coisa do homem (leia-se homem-perfeito sempre, ok?) ser frágil por trás da pinta de machão sempre é um apelo para as mulheres, e nesse ponto que acho que sempre sou pega.

Coisa chata é que ainda está saindo, e odeio isso, já que gosto de pegar e ler tudo de uma vez. Mas achei que vale a pena, é uma leitura muito leve, rápida e distrativa, exatamente a proposta shoujo. Cheque AQUI!

7 comentários:

Belita disse...

Ah, parece legal! Pelo visto eu também sou fraca e suscetível, hahaha...

Nossa, é horrível começar livros/mangás/animes que ainda estão sendo publicados. Dá uma aflição!!!

Diana Bitten disse...

Aahuahu vc me entende querida, a palavra é justamente essa: AFLIÇÃO!

E ai? O que acontece no próximo? Sré que isso.. será que aquilo?

E o Nodame? Putz! Fico num expectativa tão grande que té cansa! Por causa de meia dúzia de páginas. Um saco!

Belita disse...

F**a é acontecer o que foi com Spicy Pink! Você acompanha, espera ansiosa pelo próximo "episódio" e quando vê é o último, que acaba com a história sem maiores explicações!!!

Dá vontade de quebrar o PC, xingar a mãe, o pai e a parteira da mangaká.

Rachel disse...

Tô traumatizada!!! Depois da histórias de animes que vc me mandou..coitadinha de mim, toda inocente e tendo que ler "desenho" de sacanagem...kkkkkkkkkkkkk

Diana Bitten disse...

Não Rachel... esse é shoujo (classificações diferentes), aquele que eu te mostrei (e DU-VI-DO que não tenha gostado) é de outro tipo, mais pesado.

Quem lê o que vc escreveu até acha que vc é santinha! HUAHAUHA

Laura Schwartz disse...

huahuhauua Rachel não engana ninguém!!!

Agora, OPA! Vou ler assim que der. =)

Diana Bitten disse...

HAUHAUHAUAH Pronto... iremos sacanear a purinatana até!

Aqui, agora sério, esse mangá ai é bem shoujo mesmo, sem maiores "emoções", se é que me entendem. rs

É bem manjadinho o enredo, mas estou me distraindo a beça com ele... já que essa semana foi a maratona de um capítulo por dia.