segunda-feira, 4 de maio de 2009

Ida a Teresópolis I

Finalmente postarei algo sobre minha vida pessoal realmente (essa era realmente a idéia básica). Depois de dez meses (certinho) longe da minha terrinha eu voltei para passear. Foi melhor e diferente do que eu pensava.

Para admitir a verdade eu estava com medo de voltar pois não sabia se aguentaria largar uma daquelas árvores do soberbo e voltar para esse abominável local que atualmente resido. Consegui (se bem que, realmente, não tive coragem de ir ao soberbo).

A viagem (de ida) foi a maravilha que eu imaginava, já que eu deixei para trás a feiura, sujeira, anti-civilidade, pasto e fofoca local e encontrei a natureza (para quem me conhece eu não precisaria falar mais nada) e os amigos. Indo de ônibus eu pude ver o contraste da estrada, inclusive, antes e depois de Além Paraíba (e olha que a entrada de Terê por esse lado é a mais feia), onde "O pasto" e a falta de cuidados públicos, associado à falta de civilidade do povo fazem um estrago à vista (antes) e a floresta tropical a cura (depois).

Eu tinha esquecido o que eram árvores, que essas obras primas divinas existiam, e que seres humanos poderiam morar entre elas - e, pincipalmente, que elas fazem bem para quem olha. Tinha esquecido que montanhas são reenergizantes. Porém tinha esquecido também que meu querido Paquequer ainda definha, o que é realmente uma pena!
Sou sim uma pessoa "anti-pasto", por motivos estéticos e filosóficos. Mas quem conhece a realidade da qual eu estou falando não tem como discordar.

8 comentários:

Laura Schwartz disse...

Bom, desnecessário falar que Terê é linda de morrer, mas eu não posso reclamar de pasto não porque eu gosto do meu boizinho no prato. hehehehehehe! E também pq os boizinho no pasto da fazenda do meu pai me sustentaram por muitos anos. rsrsrsrsrs!

Mas que as montanhas e árvores de Terê dão de mil em qualquer pasto da região norte do Rio e sul de Minas, ah isso sim.

Eu também não sei como ia me sentir voltando pra Terê, apesar de que pra mim já fazem quase 3 anos.

Diana Bitten disse...

Acho que você também se sentiria tocada pelo ambiente. Porém não tanto quanto eu, que sou mais "verde" que você...

Mas tem como fazer criação (abominável) de gado sem "pastar" tudo, como é nessa "terra de malboro" aqui.

Laura Schwartz disse...

Gado sem pastar é nojento. Cruel.

Eu sou verde sim senhora, quero dizer, eu AMO árvores e o verde, eu sempre fico triste quando a gente derruba mais árvores na fazenda pra poder plantar coisas.

Diana Bitten disse...

Laura... criar ele de forma restrita é crueldade, matá-lo não? Como é isso?

Vc COME o bicho. Qual o problema de criá-lo em uma "kitinet"?

Laura Schwartz disse...

Porque depois que ele tá morto ele não sente nada, mas criar o bicho dois anos sem se mover, em condições desumanas é horrível.

Diana Bitten disse...

Resumo: Você, de forma anti-ecológica, ILUDE o bicho.

"Vai bichinho.. seja feliz brincando no pasto por dois anos... come bastante... enquanto eu te engordo para sua carne ficar mais macia com gordura...!"

E isso não é crueldade!

Rachel disse...

hahahaha...saiu de uma pronvincia e foi cair em outra,....mas pode falar que a sua estadia foi maravilhosa... Mas tbm com uma companhia como a minha...hahahaha..(deixa eu me achar, afinal eu valho por dois)...rss

Diana Bitten disse...

Tô vendo que seu humor está melhorzinho Kell...

Saí de uma província para outra foi boa... mas pelo menos ai o povo é provinciano mas CIVILIZADO.

Agora, a melhor foi: "eu valho por dois", aproveita os cinco meses que te restam para jogar isso a cara direto, ok? Tá vendo? Mais um ponto positivo!

Bjokas!