terça-feira, 29 de junho de 2010

Correria

Sumi. Não por falta de idéias, mas sim de tempo.

Não sei se é porque ando realmente atarefada (hipótese que eu apóio) ou se eu estou enrolada para resolver meus afazeres, mas não tenho tido muito tempo para nada, tenho a impressão que os dias estão voando, se mesclando com pequenas confusões de copa, e que eu estou no meio do olho do furacão.

Nossa, há quanto tempo eu não fico realmente de bobeira como eu gosto? Nem terminar minhas leituras ou estudar para a prova da especialização eu tenho conseguido, pois se sentar eu durmo.

De qquer forma, apesar de muita coisa junto, tudo está (estranhamente) dando certinho, agora meu Filhote tem 4 anos, muito bem comemorados, consegui fechar um contrato muito bacana e nesse momento estou (muito felizinha) restaurando móveis para isso, a especialização está indo de vento em popa, semana que vem farei o curso que estava (ansiosamente) esperando, continuo na expectativa de mais uma convocação... bom, é isso, nada de vida pessoal, como sempre.

Saldo negativo? Continuo sem estudar e sem malhar (essa parte como sempre, rs).

Só passei aqui mesmo para dizer um oizinho...

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Kibe Loco

Eu acho que o Kibe Loco tem umas tiradas muito engraçadas e, por isso, costumo dar uma passadinha diária. Saquem a imagem abaixo, fui obrigada a dividir!Muito boa! rs

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Palavras à toa, de uma à toa

O título do post é uma tremenda mentira, já que a última coisa que eu SOU é à toa, mas eu estou tão desanimada que optei por ESTAR à toa, se é que me entendem.

Dentre as coisas importantes que tenho que resolver posso citar uma entrevista de emprego (aliás, de parceria), a formulação de um projeto para entregar em uma ONG, a preparação da festinha de 4 anos de Filhote e (o pior) estudar para uma prova escabrosa da especialização.

Dentre as coisas menos importantes, ou melhor, menos urgentes, posso citar ir ao dentista, mostrar exames para dois médicos, vacinar, voltar para academia e (o melhor) ler um livro que (mesmo sendo ótimo) estou enrolando (coisa que não posso, já que estou com 4 na fila para ler até julho, sendo que um é O Senhor do Anéis, uma leitura não muito rápida).

Ou seja: coisas para fazer eu tenho, mas quem disse que meu ânimo ajuda?

Ultimamente a única coisa que tenho feito com gosto é comer (e beber - óbvio rsrs -, biiiru rules!), prova disso é que eu alcancei o maior peso que tive em toda a minha vida, coisa que tem me deixado realmente desesperada e totalmente "de mal" com a máquina fotográfica.

Por causa disso, estava passeando em um blog de dieta e lá a "dona do blog" estava relatando os acontecimentos (e os "comes e bebes") do aniversário da filhinha. Ai eu surtei, já que meu filhote, que nasceu ontem, vai fazer QUATRO anos! Como o tempo voa!

Geeente, COMO-O-TEMPO-VOA!! E como muitos de nós simplesmente não sabemos aproveitar e voar junto!!! Somos simplesmente arrastados pelo vendaval e, na maioria das vezes, acabamos muito ralados na experiência. Eu tenho sido a prova viva!

Porque não nos preparamos para bater as asas? Hein? Ou então, se não quisermos ter trabalho, por que não aprendermos a planar? Planar é diferente de sermos levados, já que dessa forma, sem esforço, decidiremos para onde o vento irá nos levar.

Como fazer isso? Como animar para traçarmos o nosso plano de voo individual? Boa pergunta... vou parar de divagar e adiantar a leitura... já que não sei voar, vou me contentar com ler mesmo.

domingo, 13 de junho de 2010

Férias na Holanda

Maratona de Banca - Junho

Esse mês o tema da maratona é "livro florzinha". Se como eu, vocês não sabiam o que era isso, eu explico: são esses livros da década de 70/80 (se não me engano) que tem uma florzinha na capa. Acho que são os Sabrina, Biana e Júlia, porém eu não pesquisei para dar essa informação (valiosíssima, e que mudará a vida de todos que estão lendo, tenho certeza rsrs) .

Vamos ao livro: A enfermeira instrumentadora Emma - solteira, claro -, ao tirar férias com a mãe na Holanda acaba por bater o carro (ou melhor, a coisa velha que ela se sujeita a andar, bem no estilo do meu) em um Rolls Royce maravilhoso, de um dono também maravilhoso e, após esse evento, as "surpresas" (previsíveis, é claro) começam a ocorrer. A primeira delas é que, coincidentemente, ele acaba por ser o novo cirurgião que trabalhará junto a ela. Bom, o resto é só vocês lendo senão eu corro o risco de contar spoilers.

Olha, não sei se é devido ao meu estilo pessoal, mas eu não curto as protagonistas muito passivas, boazinhas, bobinhas, tímidas e levemente tapadas e é esse o caso da Emma. Se eu pudesse FALAR com cada um que está lendo essa resenha, eu tenho certeza que concordariam comigo. Essa coisa da pessoa ser a última a saber que o cara está a fim dela tem limite! Eu sou meio tapada para isso, admito, mas quando o cara praticamente VIVE EM FUNÇÃO de uma pessoa é fácil notar, não é? Quando o cara praticamente carrega a sogra no colo, é fácil notar, né? Quando o cara te chama de amor e querida, é fácil notar, né? Quando o cara te leva para se recuperar de uma doença em sua própria casa, É FÁCIL NOTAR, né? Me poupe!

Ele é perfeito, claro. Mas é um perfeito inexistente. Um cara (como disse: perfeito) de 40 anos, lindo, rico, super inteligente, com uma ótima profissão, respeitado, respeitador, maduro, seguro, carinhoso, cuidadoso... nossa, até canso de listar suas qualidades... VAI SER SOLTEIRO? Vai estar esperando a mulher da sua vida? E essa mulher vai ser uma puta insossa? Ah! Me poupe!

O que me matou nesse livro é o seguinte: ele tem um ótimo argumento e pano de fundo! Mas foi mal trabalhado nos detalhes e, principalmente na relação dos dois, que foi toda muito óbvia e forçada.

Credo, fui muito austera na minha crítica, né? Não gente, não precisa correr desse livro. Ele distrai bastante, tiveram partes que eu fiquei tão ansiosa que eu cheguei até a dar uma suadinha, mas que podia ser MUITO mais bem trabalhado e menos forçado, isso sim, podia.

sábado, 12 de junho de 2010

10° dia - Livro mais velho que você tem ou leu

Fiquei com um pouco de dúvida em relação ao que deveria colocar no útlimo dia do projeto, já que o termo "livro velho" dá margem para duas interpretações. Pode ser o livro há mais tempo escrito, ou o livro há mais tempo lido por mim. Resolvi seguir essa segunda linha de pensamento, já que o livro mais antigo (ou seja, o livro há mais tempo escrito) que eu tenho aqui em casa que nem foi lido por mim (e nem será, inclusive) um dicionário de português (de Portugal) do início do século XX.
Já o livro que tenho a lembrança de ser a primeira obra integral (excluindo os livrinhos da Ruth Rocha), completa e com mais de 4 páginas que li e lembro de ter foi o:

MÁGICO DE OZ
L. Frank Baum

O meu livro especificamente era um exemplar em preto em branco, acredito que a idéia era colorir, e foi isso que eu fiz e, acreditem, não de uma maneira muito bonita. Era um texto bem clássico, lembro que ricamente escrito e que me envolveu de uma forma bem mágica. Várias perguntinhas surgiam na minha mente, sobre a fada má, sobre a falta de obediência do Totó, sobre a coragem da Doroth sair naquele vendaval para salvar o tal desobediente... e como eu amava o Leão! E o espantalho?! Que saudade eu tenho daquele livro! Pena que eu dei. Droga aliás, estou realmente triste por tê-lo dado agora.Bom, recomendo essa estória, que é realmente uma graça!!! Nem preciso resenhá-la, não é? Sendo um clássico tão famoso, acredito que todos devam conhecer.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

9° dia - Livro de série você mais gosta

Ai meu Deus do céu, como vou decidir UMA série? Sou declaradamente apaixonada por séries!

Olha, mesmo Laura dizendo que Brumas de Avalon (nossa, como eu sou repetitiva) não pode ser considerada uma série, eu recomendaria ela como série. Recomedaria Crepúsculo para as românticas, recomendaria O Guia do Mochileiro para os que tem mais humor, recomendaria o Fronteiras do Universo para os que curtem infanto-juvenis (mesmo eu não concordando com essa classificação), recomendaria Crônicas do Mundo Emerso para os que apreciam fantasia... ai realmente sou repetitiva! Mas são tantos, e tão bacanas!
Escolher uma? Tá, mudarei um pouco o foco, escolhendo um livro que eu acredito que tenha uma importância realmente grande para a literatura infanto-juvenil, que é o:

HARRY POTTER
J.K. Rowling

Olha, na minha visão Harry Potter pode ser considerado o conto de fadas moderno, uma nova maneira de recontar fantasia. Ele é um livro que me dá vontade de ler para o meu filho antes de dormir (claro, junto com os Grimm, Andersen, Fontaine...), e acho que esse sentimento deva ser compartilhado entre outros pais tb, principalmente por HP ser uma leitura que ultrapassa a questão faixa-etária. A quantidade de marmanjo barbudo que lia HP em ônibus assim que o novo volume saía era imensa! rsrsr

Recomendo muito, gostei muito de ler, gosto muito de ter e quero muito que meu filho aprecie como eu.

Ah, fato interessante é que eu lembro a primeira vez que eu ouvi sobre o HP, há MUITOS e MUITOS anos atrás, numa mesa de bar, quando Laura disse: "Eu tava no ônibus e vi uma propaganda imensa de um livro sobre um menino bruxo, ai comprei, e não era apenas um menino bruxo, é muito legal!!!" (ou algo desse estilo) E desde então ficávamos esperando cada novo lançamento...

quinta-feira, 10 de junho de 2010

8° dia - Livro que você menos recomenda

Esse é o mais fácil! Definitivamente eu não recomendo:

UM BESTSELLER PARA CHAMAR DE MEU
Marian Keyes

Uma das minhas maiores decepções, já que esperava uma leitura fluída, divertida, leve até. Não, não é nada disso, mas ao mesmo tempo não é um drama. Ele não deixa claro sobre qual categoria ele se encaixaria, já que não rimos, não nos emocionamos, não torcemos pelo amor de ninguém, aliás, a única coisa que ele me despertou foi uma certa repulsa.

Nota-se que não recomendo, não é? Cheque minha opinião integral sobre ele aqui.

Nem vou me alongar muito, pois não vale.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

7° dia - Livro que você mais recomenda

Cara, muito compleeeeeeeeeexo isso!!!! COMO eu, que AMO ler, recomendo UM livro apenas? Respondo: Praticamente impossível!

Para cada pessoa, para cada situação e cada momento eu recomendo um livro! Desde livros técnicos (Fundamentos da MTC, Neuroanatomia), até comédias (O Guia do Mochileiro das Galáxias), passando por romances clássicos (Orgulho e Preconceito), romances adolescentes (Crepúsculo), romance histórico-medieval (As Brumas de Avalon), Infanto-Juvenil (Fronteiras do Universo), Fantasia (Crônicas do Mundo Emerso), putz... tá vendo como é difícil? A lista não pára (sei que não tem mais acento, mas não me conformo)!!Bom, mas como eu TENHO que escolher UM livro, lá vai:

A SOMBRA DO VENTO
Carlos Ruiz Zafón

Esse livro é completo. Tem excelentes partes dramáticas, romance, suspense e comédia e, sem dúvida nenhuma, tem um dos melhores personagens que já encontrei nos livros Fermín Romero de Torres. Leia minha opinião sobre o livro aqui.

Muito bem escrito, vale muito a pena ler, vale mais a pena ainda ter! Recomendo!

terça-feira, 8 de junho de 2010

Sussurro

O post a seguir foi feito em equipe, já que eu e Laura (versão aqui) lemos o livro simultâneamente pela net. Terminamos a leitura nesse exato momento e resolvemos escrever o que discutimos, já que ambas estão mortas de preguiça de gravar um podcast.
Após a leitura de Hush Hush (Sussurro), de Becca Fitzpatrick, temos algumas considerações, mas antes vamos à sinopse: Nora Grey é uma adolescente comum que, após trocar de lugar na aula de biologia, passa a ter como parceiro o misterioso Patch. Por motivos que serão explicados posteriormente, os dois irão se aproximar e, concomitante a isso, coisas estranhas começam a ocorrer com Nora, que passa a ter sua vida em risco constante. Nora fica, então, dividida entre sua crescente atração por Patch e a desconfiança de que ele possa estar por trás de tais acontecimentos. Tudo isso em uma estória de romance e suspense sobrenatural.

Ok, vamos à discussão!

Em primeiro lugar disparado está a comparação com a série Crespúsculo. É impossível não ficarmos a cada acontecimento comparando os dois livros. IM-POS-SÍ-VEL! Chego ao absurdo de falar que, quem leu um já vai conhecer a estória do outro (com diferenças do tema e pano de fundo), chegamos a comparar personagem a personagem. Frases. Existem frases iguais! Ou melhor, para não sermos muito críticas, frases exatamente semelhantes (rsrsrs).

Dito isso podemos continuar a discussão: ambas admitimos que gostamos, porém temos ressalvas.

Não é segredo para ninguém que não gostamos da Bella e temos motivos de sobra para isso. Não irei destacar as inúmeras características que nos levam a ter esta opinião, porém perto da Nora a Bella é extremamente mais aceitável, depois de conhecer a Nora, eu até estou mais apta a entender a decisão do Edward. Agora, estou esperando alguém me convencer da decisão do Patch, ai vai ser difícil! Se antes eu achava que a Bella não tinha atrativos suficientes, agora eu tenho certeza que quem não tem é a Nora. Não dá para entender como uma criatura dessa é protagonista de uma estória de amor sobrenatural, sendo uma personagem tão pouco cativante e sem expressão. A Bella até subiu nos nossos conceitos!

Em relação a personagem masculina, acreditamos que não se comparam, já que o Edward é muito mais atrativo devido ao apelo romântico do personagem, coisa que não vimos no Patch. Tentando ilustrar melhor, posso dizer que o Edward inspira o nosso lado romântico adolescente, enquanto o Patch não se encaixa nesse papel, já que apresenta um perfil muito mais "humano" e sexual. Não que Patch não seja atraente, não estou dizendo isso, porém o elo entre o casal não convence tanto quanto Edward e Bella. Até agora simplesmente não entendemos o que une TANTO o Patch à Nora.

Outro ponto que Crepúsculo ganha é a questão dos personagens secundários e isso é mais um tópico que não conseguimos nem comparar. Em Sussurro a trama está baseada em uns cinco personagens secundários que não são tão caprichados, não são tão cativantes e existem apenas para preencher o cenário, sem nenhum foco próprio.

Temos que abrir um parágrafo para destacar a personagem secundária principal, a tal amiguinha da Nora: Vee Sky. Não entendemos se a ideia era uma leve crítica a adolescência e suas futilidades; ou uma tentativa de fazer a Nora parecer melhor do que na verdade é; ou ainda se a personagem era tão sem noção apenas para justificar as condutas tão absurdas que tinha. Não que ela não tenha extraído boas gargalhadas, mas acho que era mais pela questão da irrealidade, ou, como disse, do absurdo demonstrado.

Olha, após inúmeras críticas, gostamos da leitura e, lendo juntas (coisa que REALMENTE é difícil de fazer na net) devoramos o livro em três sessões de leitura, que não somam mais de seis horas. O livro nos divertiu, acreditamos que foi uma leitura muito gostosa, porém é só. Não ficamos absurdamente ansiosas esperando a continuação, porém isso não quer dizer que logo que saia nós não iremos conferí-la... Crescendo vem ai e, com certeza, estaremos sentadas aqui, lendo e gritando uma com a outra: "passou na minha frente, espera!!!" (frase mais falada quando lemos juntas pelo skype rsrsrsr)

Recomendamos pois gostamos, mas, como dissemos, com ressalvas.

6° dia - Livro que menos te fez ter a atenção nele;

Esse foi muito simples, pois foi o livro que mais demorei, em toda a minha vida, para ler:

CONFESSO QUE VIVI
Pablo Neruda

Não que o livro seja ruim, pois não é. Porém algo nele fez com que eu não me apegasse. Achei cansativo, lento, não me envolveu mesmo!

Olha, complica até para eu fazer uma resenha, já que não absorvi praticamente nada do livro, só posso dizer que é a autobiografia (famosérrima) de Neruda e que eu já me prometi que, algum dia, o lerei com uma maior dedicação.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Uma Bebida e um Amor Sem Gelo, Por Favor

Desafio Literário
Mês: Junho - Autora Brasileira

Título: Uma Bebida e um Amor Sem Gelo, Por Favor
Autor: Liliane Prata



A proposta do Desafio Literário desse mês foi lermos uma autora brasileira e, na decisão, resolvi inovar e escolher uma autora não muito conhecida, fugir um pouquinho dos clássicos. E nessa procura eu achei esse título, no mínimo, bacana: Uma Bebida e um Amor Sem Gelo, Por Favor, de Liliane Prata.

Encontrei um delicioso chicklit que, por puro preconceito, quase desisti de ler. Que bom que foi quase!! Não fiquem chocadas, eu explicarei... é que no próprio site da Liliane Prata eu descobri que era um chicklit lésbico, e eu sinceramente não saberia se um livro nessa, digamos, temática, faria muito meu estilo. Resolvi ler e pensei, se a coisa ficar meio estranha eu simplesmente pararei.

Que NADA!!!!! O livro é uma de-li-ci-nha!

Conta a estória de Marina, uma publicitária que, devido a um dos seus projetos se vê obrigada a conversar em um chat aberto, e lá ela conhece Rafa. Inicialmente ela tem altos preconceitos em relação pela net, porém não consegue evitar de se envolver com ele, e daí surgirão vários "dramas" que te farão rir muito, torcer e até mesmo se questionar.

AGORA FOGE QUE LÁ VEM SPOILER! (arraste o mouse para ler)
Porém... o que eu não disse acima (poupando a galera que não curte spoiler) é que Rafa não é Rafael, e sim Rafaela, e que o drama é que Marina não aceita e custa a admitir para si mesma que está envolvida por uma mulher.

Tentando não dar spoiler, posso dizer que sinceramente simpatizei MUITO MAIS com Rafa do que com a Marina. Sem dúvida nenhuma personagem muito mais bacana! Pena que o livro foi escrito na visão da Marina.

Algumas passagens eu discordei um pouco, já que acredito que Marina NUNCA faria determinadas coisas. Realmente não pretendo (e não vou!) estragar, mas o segundo encontro ("físico," quero dizer) de Marina e Rafa não me convenceu, mesmo. O primeiro eu achei viável, o segundo não. Para quem leu ou ler, vai entender exatamente o que estou falando.

O final me decepcionou bastante, pois por mim ele seria totalmente diferente. Poxa, ri o livro inteiro, AMEEEEI as tiradas que a autora dá em inúmeras passagens e, por isso, acredito que o mesmo tom de comédia poderia ter ido até o final. Coisa que não aconteceu. Não, calma, não que o final seja triste. Quero deixar bem claro que EEEUUU não gostei do final, mas isso não quer dizer que ele seja ruim, ok?

Bem bacaninha, bem leve! Eu gostei!

5° dia - Livro que mais te fez ter a atenção nele

Inicialmente eu não entendi se "ter atenção" era ter que prestar atenção na leitura, ou ficar presa na leitura. Resolvi pesquisar no blog da Luana, que bolou o desafio, e pela descrição dela é o livro que mais nos prendeu. Ok, esse é mole, pois foi:

O INCÊNDIO DE TRÓIA
Marion Zimmer Bradley

Só para demonstrar a fissura, o livro tem em torno de 750 páginas e eu li em um dia. É, não fiz mais nada nesse dia e, mesmo não lembrando, nem banho deve ter dado tempo de tomar, pois atualmente eu não consigo imaginar ler nessa velocidade!

O que eu lembro é que não dormi, varei madrugada e tomei maior esporro quando minha mãe descobriu que eu tinha ficado mais uma noite insone e que ia para o colégio daquele jeito. Olha, forte, realista e emocionante DEMAIS a leitura, principalmente o final.

Resuminho da wiki: conta a história da vida de Cassandra desde o seu nascimento, no qual foi separada de seu irmão gêmeo Páris. Durante sua vida ela foi criada na infância pelas Amazonas, e ao voltar Trouxe consigo a Princesa de Cálcis Andrômaca que se casa com Heitor. Cassandra se torna sacerdotisa de Apolo e como se inicia a guerra, narra as mortes de Heitor e Aquiles e a própria queda da cidade de Tróia.

Esse livro vale MUITO a pena!! Leia aqui ou, melhor ainda, compre-o!

domingo, 6 de junho de 2010

4° dia - Livro mais caro que você comprou

Aqui eu realmente fiquei em dúvida, porém por um motivo diferente. Não sei se posso colocar livros acadêmicos, ou se só entram nessa proposta romances... nesse caso eu colocarei os dois.

Sem dúvida nenhuma o livro mais caro que comprei foi o:

FUNDAMENTOS DA MEDICINA CHINESA
Giovanni Maciocia

Livro muito bom para aprendizes da medicina chinesa, bem completo, didático e uma delícia de ler! Pelo menos ao meu ver, já que metade da minha turma acha ele "muito enrolado". Aff! Paguei por ele em torno dos 250 reais, porém podemos encontrá-lo por mais de 350 reais facilmente.

Um romance? Olha, sem querer ser muito zura, mas é que eu aproveito quando livro está em promoção... rsrs Se eu fizer muita questão de ler um livro absurdamente caro, eu prefiro pegar emprestado. É, podem me chamar de zura, mas poxa, as editoras podiam pensar em reduzir os preços!! O valor revertido para o pobre do autor é tão pouco, que revolta!! As coisas tinham que mudar!Acho que o romance mais caro que comprei foi R$ 49,90, e foi:

AMANHECER
Stephenie Meyer

Nem preciso resenhar, não é? Se, por acaso (coisa impossível) alguém não reconhecer o título, cheque aqui.

sábado, 5 de junho de 2010

3° dia - Livro mais barato que você comprou

Nossa, olha, eu jurava que a coisa seria mais fácil. Mas, depois de comprar VÁRIOS livros em sebos, como lembrar do livro mais barato que eu comprei? Poxa, se eu for levar em consideração os romances de banca que eu comprei em sebo ai, então, é IMPOSSÍVEL! Poxa, eu lembro que teve um que chamava "O Destino de Laura", que custou 1 real!!!

Bom, excluindo os romances de banca e os quadrinhos, acredito que tenha sido um que comprei no sebo, por pouquíssimos reais (algo em torno dos 4, 5 ou 7 reais), que se chamava:

A TERCEIRA VISÃO
de Lobsang Rampa

Livrinho que pode ser considerado esotérico (cheque resenha não pessoal aqui), mas que eu lembro nitidamente que adorei! Adorei a forma como ele ambientou o livro, como por exemplo quando ele bebia chá com manteiga, ou quando tentava lembrar alguma informação importante, abrindo as janelinhas do seu arquivo mental. Sua infância então, era como se eu tivesse visualizado!

Autobiografia onde o autor descreve desde sua experiência mística após sua iniciação religiosa, aos 7 anos de idade, até sua partida de Lhasa, em 1927, numa narrativa entremeada por detalhes sobre a vida no Tibete (resuminho wiki).

Polêmicas à parte, eu gostei mesmo do livro!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

2° dia - Livro que você mais odiou

No segundo dia, temos que decidir qual o livro que mais odiamos. Isso tb não será fácil, já que eu lembro de livros que eu tenha achado chato, mas não que eu tenha odiado!

Como eu não confio muito na minha memória, resolvi perguntar a minha mãe se eu havia reclamado muito de lagum livro, a ponto de dizer que eu o odiei e ela foi direta: O Pequeno Príncipe; e ainda avisou: "mas se você colocar isso no blog vai ser linchada!" Não, não serei pois 1) esse não é o livro MAIS ODIADO, e 2) eu explicarei o motivo. O livro não é odiável, não mesmo! Mas sabe quando a gente ouve falar TAAANTO, e chega cheia de expectativa? Pois é! Eu fui esperando ser "o melhor livro do mundo, que eu tenho que ler a cada poucos anos, e sempre que eu releio, eu tenho uma nova visão não só do livro, mas como da vida..." (frase de uma conhecida minha). Puta merda! Ou eu não sei ler, ou ela exagerou MUITO!

Bom, pensei tb no meu último fiasco literário "Um Bestseller para Chamar de Meu", mas não, não chegou ao ódio, ele fica apenas no "não recomendo".

Pronto, dentre todas as merdas que eu já li, acho que quem ganha o troféu de "mais odiado" é:

OS LOBOS SELVAGENS DE LONDRES
de Ronda Thompson

Credo gente, não irei me estender, se quiserem saber do que se trata o livro, leiam aqui. Mas olha, o livrinho é simplesmente absurdo, que nem conseguimos ficar "imaginativas", de tão sem noção da realidade que é!

Se quiserem sofrer, e ler essas desgraças (ah, não comentei, isso é uma série, então vc sofre em capítulos!!!!), cheque aqui.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

1° dia - Livro que você mais gostou

Iniciando o projeto 10 livros em 10 dias, de acordo com as regras no primeiro dia devo comentar sobre o livro que eu mais gostei. Coisa MUITO DIFÍCIL, já que para quem é viciado em livros como eu, escolher apenas um é quase um castigo.

Acredito que em cada estilo literário eu tenha um, ou melhor, em cada fase da minha vida eu tenha um, ou ainda somando as sentenças, em cada fase eu tenho 1 para cada estilo literário... complexo isso, não?

Pois é, para responder isso tenho que imaginar que estou com uma arma apontada para minha cabeça com alguém gritando: "escolha apenas um livro como preferido" ou "vc pode levar apenas um livro para passar o resto da eternidade em uma ilha"!! Ok, ok, ai não teria dúvidas em responder:

AS BRUMAS DE AVALON
Marion Zimmer Bradley

Perfeito, maravilhoso, mudou a minha forma de ver a vida, de me ver, de tomar minhas decisões. Não, não estou exagerando. Sério, esse livro realmente é especial para mim.

Para quem não conhece, As Brumas de Avalon é da EXCELENTE (e, uma pena, falecida) autora Marion Zimmer Bradley, e reconta a famosa estória do reino de Arthur, porém sob o ponto de vista feminista de Morgana (que não, absolutamente não é uma feiticeira má!).

Vale a pena ler, vale muito a pena comprar (absurdamente de graça!!!), vale a pena curtir essa estória, MESMO!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Desafio 10 livros em 10 dias

Eu SEI que prometi não entrar nesses eventos de internet... mas não resisto!

Hoje lendo no blog da Laura, descobri que no blog da Luana ela propôs um desafio super bacaninha, que é citar 10 livros em 10 dias. Não, não é LER 10 livros, e sim citar, como na lista abaixo:

1° dia - Livro que você mais gostou;
2° dia - Livro que você mais odiou;
3° dia - Livro mais barato que você comprou;
4° dia - Livro mais caro que você comprou;
5° dia - Livro que mais te fez ter a atenção nele;
6° dia - Livro que menos te fez ter a atenção nele;
7° dia - Livro que você mais recomenda;
8° dia - Livro que você menos recomenda;
9° dia - Livro de série você mais gosta; e
10° dia - Livro mais velho que você tem ou leu.

Ai, como tudo na vida, temos regrinhas, que são: passar para 4 blogs (ou mais se quiser) e dizer quem passou o desafio. Mole, né?

domingo, 30 de maio de 2010

Festa sóbria

Estou começando a achar que uma das maiores furadas que pode haver é vc ser a única sóbria de um lugar, como já havia relatado aqui. Ontem aconteceu DE NOVO, porém como a companhia era infinitamente melhor (além de 1) mais civilizada, e 2) mais sóbria), até que eu saí no lucro.

Normalmente eu não sou de descrever minhas saídas aqui no blog, porém, quando ocorre algum evento que chame a atenção, eu acho que vale a a lembrança (vai que eu tomo vergonha na cara e paro de entrar em furada, né?).

Ontem fomos a uma festa que é conhecida por ser boa, principalmente pela bebida ser liberada - importante destacar que isso já não é um bom indício, pois eu nunca na minha vida vi tanta gente pinguça junto quanto nessa cidade. A cerveja estava boa (isso quer dizer que não estava tão choca quanto era esperado), tinha vodka e batidas também (aliás, a de maracujá estava uma delícia), ou seja: fácil para uma pessoa ficar bêbada.

O início da festa teve um atraso de 40 minutos. Ficamos em pé, espremidas (ES-PRE-MI-DAS mesmo, minha bunda estava encostada na barriga da menina de trás e a bunda do menino da minha frente estava na minha barriga; teve uma hora que eu só consegui colocar 1 pé no chão, já que não havia espaço para o outro) durante quase 40 minutos, e quando o portão abriu fomos quase asfixiadas até conseguirmos entrar, no meio do empurra-empurra.

Isso já estressa. Só que, eu estava tendendo mais a ter crise de riso, e foi o que aconteceu.

Bom, espera-se que um DJ saiba e escolher as músicas, não? NÃO. Aturamos mais de 2 horas de funk! Se eu soubesse que era um baile funk nem tinha gasto meu rico dinheirinho. Quando a desgraça acabou entrou uma banda. Aleluia! Não, não pude comemorar por muito tempo, já que, além de ser axé, era um axé mal feito pra caramba, o ritmo atravessado, corrido demais (para dançar vc tinha que estar tremendo como se estivesse tendo uma convulsão), e o cantor muito fraquinho.

Juro para vcs que se tivesse parado ai estava muito bom, porém... conforme o teor alcoólico das pessoas iam aumentando, o nível ia caindo, a ponto de ninguém conseguir andar sem trombar nos outros, ou melhor, praticamente se escorar nos outros.

É um pouco difícil de "ilustrar", mas explicando as "relações interpessoais", irei descrever uma cena que eu VI (isso mesmo, PRESENCIEI). Um rapaz se atracou com uma menina (quando digo se atracou, quero dizer chegou, não se apresentou e saiu beijando como se não houvesse amanhã) e, antes de terminar o segundo ou terceiro beijo, abriu o olho, olhou a próxima vítima, fez sinal com a língua, soltou a menina que ele estava se atracando e partiu para - IMEDIATAMENTE - se atracar com a outra menina que havia respondido o sinalzinho da língua. Isso, no meio de um beijo com uma, ele sinalizou para outra, abandonou a uma e pegou a outra, tudo isso em menos de 2 minutos. A baixaria nesse aspecto é extensa e eu não vou me ater em detalhes típicos de Sodoma e Gomorra (quero deixar claro que não sou puritana).

O chão. O chão é um capítulo a parte. Não seu se onde saiu, mas andar no salão era como se estivéssemos em um mangue. Muito lodo! Quando as pessoas andavam fazia uma onda de lodo no seu pé. Ah, meu scarpin lindo... tadinho.

O banheiro. A palavra para descrever a sensação de entrar no banheiro é desespero. Não há outra. Primeira entrada só estava muito ruim a quantidade de mulheres por cm quadrado, o cheiro e o piso com lodo. Na segunda entrada (que aliás, eu nem realizei, já que voltei da porta) tinha uma mulher vomitando no chão, enquanto as outras passavam literalmente por cima dela, do vômito e do lodo, e outra gritava: "dá refrigerante para ela!!!" (como se fosse parar naquele estômago). E na terceira e última entrada eu entendi o que é o fim do mundo, as mulheres simplesmente desistiram de usar as cabines reservadas, e estavam fazendo xixi em qquer lugar, em pé, de cócoras, na pia. ALGUÉM, PELO AMOR DE DEUS, CONSEGUE IMAGINAR? A cena pior foi quando uma das que estavam de cócoras caiu de bunda no lodo (é eu VI isso).

Depois disso fomos embora, não sem antes passarmos por uma briga na porta.

NOTA DE ESCLARECIMENTO: a festa não foi de baixo nível. Foi no melhor clube da cidade, com pessoas que (teoricamente) tem (como as pessoas chamam?) uma "boa situação".

Das duas uma: ou eu estou ficando velha, ou eu não bebi o suficiente, pois estou chocada com o nível que as pessoas podem chegar até agora.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Onigiri

Estando sem fazer nada em casa, ou melhor, não querendo fazer o que deve ser feito, e esperando Mamily e Filhote chegarem de viagem para ir buscá-los na rodoviária, idéias inúteis veem (não me conformo com a falta de acento depois do acordo ortográfico) à mente.

Então resolvi arrumar uma surpresa e fazer sushi, que Mamily adora. Porém, como fazer isso sem praticamente ingrediente nenhum? Fácil, onigiri!

Bom, para falar a verdade, sempre que fazemos sushi aqui em casa, minha mãe prepara toda a mesa, deixando os ingredientes prontinhos para mim, que só tempero o arroz e monto, então penei, pois, sinceramente, meu tempero não chega aos pés do de Mamily. Ok, de qquer forma a intenção vale muito mais, não é?

Temperei meu onigiri como faço com arroz para sushi, mesmo sabendo que onigiri não necessariamente tem tempero. Mas o pior foi: resolvi rechear. Ai que a coisa ficou feia!

Você vê japonês fazendo aquilo em 1 segundo, não é? Molinho, né? Não, não é!

Putz, o recheio (de salada de atum) meio que ficava pulando do bolinho, um drama, até eu inventar uma técnica que facilitou muito a coisa. Fiz tipo um baldinho e coloquei uma tampinha, pois do jeitinho de japonês faz eu não tenho capacidade. Bom, deu mais ou menos certo. Tá, o arroz podia ter ficado muito melhor, mas o gostinho até que ficou bom.

Ai, no finalzinho eu fiz uma gracinha para Filhote (que tb come, claro), e coloquei carinhas divertidas, como podem ver na foto inicial (ou tentei, pelo menos). Deixo claro que foi minha PRIMEIRA tentativa.

Abaixo segue um vídeo do tal onigiri (que, como disse, parece ser muito fácil).

domingo, 16 de maio de 2010

Um Bestseller pra Chamar de Meu


Desafio Literário
Mês: Maio - Chicklit

Título: Um Bestseller pra Chamar de Meu
Autor: Marian Keyes



Primeiro livro que leio de Marian Keyes e minhas primeiras impressões não foram nada boas. Sou uma amante descarada e sem vergonha de chicklits desde "O Diário de Bridget Jones", há muito tempo atrás, e desde então eu venho me divertindo pra caramba com esse estilo literário, mas a forma como Marian Keyes escreve realmente não me fascinou e, digo mais, levando em consideração o título que li, NÃO SEI como ela faz tanto sucesso.

Definitivamente não precisava das quase OITOCENTAS páginas para passar a mensagem, principalmente porque metade delas foram encheção de linguiça que poderiam (e deveriam) facilmente serem cortadas na edição. Olha, se um homem pega esse livro e resolve dar uma lidinha ou: 1) vira viado; ou 2) vai achar que as mulheres são totais imbecis. Sinto muito se eu fizer alguém ficar sensível lendo minha opinião, mas em alguns momentos na leitura eu tive vergonha de ser mulher e saber que existem tipos como os vistos no livro, por exemplo.

Bom, mas vamos à sinopse: Conta a estória de três mulheres - Gemma, Lilly e Jojo -, que passam por altos e baixos sentimentais e profissionais, que ocasionam constantes alterações de estados de espíritos. Essas mulheres acabam por ter suas vidas interligadas de um certo modo., porém suas estórias são contadas de forma separadas durante todo o livro, trocamos de narradora e acompanhamos as, muitas vezes, complexas decisões que elas se vêem obrigadas a tomar (ou nem tanto, como a escolha de uma jaqueta).

Olha, sinceramente algumas partes eu fiquei tão revoltada que a vontade era simplesmente parar de ler como, por exemplo, a parte em que o pai de Gemma a ignora quando ela pergunta se ele não sentia saudades dela e responde apenas: "é melhor não nos vermos por um tempo". Para quem não leu, simples explicar: esse cara ai foi casado 35 anos com uma mulher e a abandonou para ficar com outra que tem a metade da idade dela, ai quando a filha diz que sente saudades e pergunta pq ele não a procura, que já fazem 3 meses que ele não dá notícias, ele responde a frase acima. Revoltante, né? Aliás, dentre TODOS os personagens que eu não gostei, que foram muitos, esse casal, o pai (principalmente) e a mãe de Gemma ganham fácil.

Não sei se de repente a gente se acostuma (a gente se acostuma mesmo a tudo na vida, não?), ou se o livro ganha um ritmo melhor, só sei que a coisa fica menos com o passar das páginas, mas ai chegamos a um final previsível, sem graça, corrido e frustrante. E o pior: não fecha a estória de todas as personagens.

Não recomendo!