sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

A Órfã

Um dos muitos filmes que vi nessas minhas curtas férias foi A Órfã, que eu estava já há um tempinho interessada em conferir. Laura já havia comentado e como ela conhece PLENAMENTE o meu estilo, confiei que apreciaria, e não errei.

É um filme de suspense que claro, como todo filme de suspense tem clichês e mentiras, já que sem eles seria muito difícil impressionar alguém, mas achei que o argumento central é bem bacana, bem diferente e nos convence, sem ser piegas.

Antes de dar uma resenhada, já aviso para tomarem cuidado com notícias com spoilers, já que esse filme é um daqueles que se contarem o "tchom" da coisa simplesmente perde 100% da graça. Conta a estória de uma família composta pelo casal e seus dois filhos, porém devido a um recente aborto eles sentem a vontade de adotar uma criança, para (como ela mesma diz) "dar o amor que eles tinham por Jéssica (a filhinha perdida) a uma criança que precise". Tá, ai eles vão ao orfanato e escolhem uma das crianças que, pelo o que fica nítido, não será boa coisa.

Para quem gosta de suspense eu recomendo. Uma coisa que me chamou MUITO a atenção foi a interpretação das personagens, principalmente da Esther (a adotiva) nos momentos finais.

Meus comentários finais:
1) puta merda, com uma família completinha como a que eles tinham, eles estavam mesmo era querendo sarna para de coçar (quem ver o filme entenderá o que eu estou falando).
2) Que pai de merda aquele.
3) Tem horas que realmente dá agonia.
4) Eu acertei o mistério ainda no meio do filme - coisa que Laura ficou meio injuriada rsrs.

Pronto. Só isso. Mas como eu disse o argumentinho final é bacana.

Um comentário:

Laura Schwartz disse...

Sabia que você ia gostar! É a sua cara de filmes de suspense/terror (sem fantasmas ou outras coisas do além).