sábado, 15 de maio de 2010

Chorar

Estou lendo um livro estupidamente chato para o Desafio Literário e cheguei em um parte, não tão chata, que o namorado de uma das protagonistas a abandonou e, mesmo ela não gostando tanto dele, ela entrou em uma crise de choro constante por dias.

Ai, pensei em mim. Pasmem, mas a verdade é que eu morro de inveja de quem consegue chorar.

Só ouve UMA situação na minha vida em que eu chorava com um constância enorme, que era quando estava grávida, porém foi só o Filhote vir ao mundo que a choradeira parou instantaneamente. Deviam ser os hormônios e tal...

Fora essa situação específica eu tendo a chorar em mais duas, quando leio e quando vejo filmes. Acho que por isso leio muito. Mas não choro tanto quanto leio, ou seja, não tanto quanto gostaria. Teve um livro especificamente que eu pensei que fosse morrer desidratada (e o pior: era um livro infanto-juvenil que não tinha NADA para chorar), seu título é A Luneta Âmbar, o último da deliciosa trilogia Fronteiras do Universo. Até hoje eu não entendo o motivo do excesso de lágrimas.
“Então Lyra pegou uma daquelas frutinhas vermelhas. Com o coração batendo acelerado, se virou para ele e disse: - Will... E levou a fruta delicadamente até a boca de Will. Ela pôde ver pelo olhar de Will que, imediatamente, havia compreendido o que ela queria fazer, e que estava feliz demais para falar. Os dedos de Lyra ainda estavam nos lábios dele e Will os sentiu tremer, e levantou a mão para segurar os dedos dela ali, e nenhum dos dois conseguia olhar para o outro; estavam confusos, estavam transbordando de felicidade. Como duas mariposas desajeitadamente se esbarrando, sem mais peso que isso, seus lábios se tocaram. Então, antes que soubessem como havia acontecido, estavam abraçados, cada um cegamente apertando o rosto colado no do outro.”

Trecho do livro A Luneta Âmbar- Philip Pullman
Filmes são um problema à parte, eu sou muito sensível a eles. Choro até em desenho animado. Até hoje eu não vejo a parte que o Dumbo está pendurado na tromba de sua mãe, nem quando o pai do Rei Leão morre, e nem quando a mãe do Bambi morre tb (vi uma vez para nunca mais).
Teve uma animação, o último OVA do Rurouni Kenshin, que eu soluçava tanto que ouviam há uns dois quarteirões de onde eu estava. Romances e, principalmente, filmes que os protagonistas se amam e um morre, NOSSA, melhor nem comentar!
Kenshin e Kaoro em uma das cenas que eu quase morri de tanto chorar

PORÉM, na vida real? Neca! Vontade eu tenho, mas minha garganta se fecha e eu simplesmente não consigo chorar, ai fico meio entalada e com falta de ar. Péssimo.

Até em coisas sérias, como a morte de um namorado importante, aliás, do meu primeiro namorado. Nada. Morte de avó. Nada. Término de namoro. Não. Término de namoro com oito meses de gestação. Não. (Pera ai, não que eu me lembre, um dia eu confirmo)

Mas olha, que gostoso deve ser chorar por estar triste. Que alívio deve ser!

Estou me perdendo (prolixidade é um dos meus males), já que este post existe para eu contar uma das (inúmeras) vergonhas que eu cometi. Estava (praticamente) de penetra em uma formatura e conheci um casal bacana, que começou a contar a estória de seu casamento, e papo vai papo vem (eu já SUPER alta, bebendo uns coquetéis muito lindos, cheios de fruta dentro e flertando com o garçom para colocar mais vodca já que aquilo era bebida de criança), quando eles chegaram na parte que dois meses depois do casamento o sogro tinha morrido e que dois meses depois disso descobriram que a esposa (filha do tal sogro) estava com câncer, e a batalha dos dois, com muito amor, para vencer a doença... eu tive uma CRISE de choro tão medonha, que assustei os dois.

NOOOOOSSA! Ai comecei um discurso de como mundo estava sem amor, que o verdadeiro amor é isso, que eles seriam abençoados, que se eu pudesse fazer algo por eles, eu faria em qquer tempo, que eu admirava eles, ai começaram os abraços (regados à lágrimas).

Gente, bom deixar claro para quem não me conhece, que eu sou seca. Fria, até. Não encosto muito nas pessoas (fora no Filhote, que eu beijo e mordo direto), e quando encosto normalmente é para algum tapinha, beliscão... não sou mesmo carinhosa (misteriosamente só sou carinhosa com pacientes). Outra coisa, dificilmente eu gosto de alguém de cara, não sou de simpatizar com pessoas facilmente e, quando, simpatizo guardo para mim. Essa coisa de chorar, abençoar ( essa palavra nem existe no meu vocabulário !!!), e abraçar estranhos dizendo que eu faria o que pudesse por eles e desejar toda a felicidade do mundo em alto e bom tom, NÃO FAZ O MEU ESTILO.

Nem preciso dizer que depois fiquei meses sendo sacaneada pelas amigas que estavam comigo, né? Nessa horas é bom ter mudado de cidade.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Meio Rato

A estórias da minha gata já são um pouco conhecidas por quem acompanha meu blog, porém nunca entrei em maiores detalhes.

Todos que tiveram gatos ou mesmo frequentaram casas com gatos, sabem que os bichanos sempre estão aprontando alguma, ou melhor: quando não estão dormindo, estão aprontando. É impressionante como gato consegue ir de 0 a 100 em tão pouco tempo, ou eles estão catatônicos, ou estão correndo como uns desvairados por ai, normalmente fazendo merda. Minha gata é um perfeito exemplar de como ser um felino. Ela já é uma senhora idosa, deve estar beirando uns 13 anos, porém continua com o seu excesso de personalidade intacto. E ama trazer "prendas".
Não é a minha, mas a cena se repete...
Dentre as prendas inesquecíveis (como a do morcego que contei aqui), temos a que eu cheguei de viagem, de madrugada, morta de cansaço, só tomei um banho e fui correndo para a cama, porém, logo que deitei eu senti umas areinhas sob meu corpo. Levantei (quase me arrastando) e acendi a luz. Foi só o tempo de acender a luz, gritar e correr (já que eu previa o que ia acontecer). Minha mãe que estava dormindo acordou desesperada e veio para o meu quarto, meu namorado que estava tomando banho saiu quase pelado e veio correndo para o meu quarto e, quando levantamos o travesseiro, lá estava ele - um rato - todo serelepe, DORMINDO! Presente da gata.

Vocês conseguem imaginar o nojo que eu fiquei? Mesmo tendo corrido para o chuveiro de novo e esfregado minha pele até quase esfolar, eu ainda tinha a impressão de estar suja. Ah, que agonia!! Experimentem deitar em cima de cocô de rato?!?!

Pouco tempo depois, estávamos eu (ainda traumatizada) e esse mesmo namorado deitados no chão vendo um filme, quando ele diz: "vc viu a gata correr atrás de alguma coisa?" Ele nem terminou de dizer a frase e eu já estava em cima da arca, tentando subir no no armário (tb já sabendo o que era). Olha, esse dia os dois - Mamily e my ex - ficaram mais de uma hora correndo atrás do minúsculo filhote de rato que a sarna da gata tinha levado para dentro.

Importante destacar que minha mãe adora ratos. Melhor dizer: ela acha os ratinhos (principalmente os filhotes que a gata trás para dentro de casa) LINDINHOS! "Olha esse Diana, que bonitinho, tão pequenininho..." e então o drama está montado, ela tentando salvar o rato, a gata tentando brincar com ele, eu fugindo e a cadela histérica do lado de fora esperando sobrar alguma coisa para ela. Agora com Filhote a cena cria proporções maiores.
Pior que são lindinhos...
Já na casa nova, o primeiro bicho foi outro: uma rã albina do tamanho de um sapo boi (tamanho, não gordura) e com a flexibilidade da Sra. Incrível. Sério, é unânime, aqui em casa nunca ninguém nem ouviu falar sobre uma rã igual a que vimos. Pois é, eu estava no telefone e vi aquele bicho enooorme tentando fugir da gata, pulando FÁCIL mais de um metro de comprimento. Nem preciso dizer que dei um berro ESTRONDOSO no ouvido da minha amiga, desliguei na cara dela e saí correndo para me trancar no quarto. (Não sou fresca, mas tenho agonia de bichos molengos e sem pêlos).E, finalmente, a dessa noite: ontem fui deitar de madrugada, já que fui com uns conhecidos ouvir chorinho (eu quase chorei mesmo, de tão boring) e, acreditem, antes de dormir eu pensei: vou trancar a porta do quarto pois estou só (Mamily e Filhote estão viajando, quem iria me salvar?) e a gata pode aprontar alguma. NÃO DEU OUTRO BICHO, literalmente!
Hoje acordei toda serelepe (mentira, estou resfriada, de novo) e quando abro a porta do quarto tem MEIO RATO olhando para mim. MEIO RATO. Onde está a outra metade?

Bom, podem me chamar de porca, mas 1) estava frio, 2) eu estava com sono, 3) eu estava muito atrasada, 4) se eu mexesse naquilo eu não lanchava e 4) eu estava com fome, então... passei por cima do meio rato, me arumei e saí.

Cheguei em casa agora e o meio rato continua lá. A desgraçada faz a bagunça e não limpa! Liguei para Mamily, que me informou que eu não preciso me preocupar com a outra metade, já que ela comeu (a gata curte comer a cabeça dos bichos, segundo informações colhidas), sentei aqui para escrever e agora estou indo retirar o meio rato, morrendo de nojo.

É IMPORTANTE destacar: somos muita asseadas, moro bem e aqui não tem rato. Mas ela REALMENTE arruma algum na vizinhança!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Pão com ovo + cerveja

Para quem acompanha o blog sabe que eu tenho uma queda por cerveja. O que não sabem é que eu tenho um caso muito mais antigo com pão com ovo.

E o que vcs tem com isso (?), podem perguntar. É que, com a saída de Mamily (e a ausência de Filhote) meu cardápio muda drasticamente e eu me sinto tentada a dividir com vcs a atual crise.

É imediato, mãe sai... ovo entra! São necessárias umas 24 galinhas para me sustentar com ovos por uma semana. O quitute Miojo tb é um candidato sempre presente nas eleições, com forte votação. Antes o outro concorrente fortíssimo era o atum, mas como eu estou meio evitando por questões filosóficas (nãããão, sério? Não diga...), ele agora ficou só para casos de emergência (ou seja: quando o ovo acaba).

O jantar é sempre cerveja. Então, resumindo, eu saio de uma realidade de dieta super saudável para uma super... bom, não sei.

Mas, vamos ao foco do post: pão com ovo é perfeito, não? E quando vc decide comer pão com ovo "saudável" e frita o ovo com azeite extra-virgem (como se adiantasse, só para se iludir mesmo...) e coloca salada junto? Ai pode ser considerado uma refeição completa, não?

Olha, vamos analisar: pão (carboidrato), ovo (proteína), azeite extra-virgem (ácidos graxos e ômega 3), salada (fibras e sais) e cerveja (fibra pura, já que lúpulo e cevada contém fibra!!!!). QUER REFEIÇÃO MAIS BALANCEADA?

domingo, 9 de maio de 2010

Chegando à (crise dos) trinta

Sempre ouvi falar da crise dos trinta das mulheres. Sempre achei babaquice. Até agora.

Estou quase lá e já me sinto terrivelmente estranha. Pode parecer bobeira para quem lê (inclusive se eu estivesse lendo um post desse eu acharia), porém se alguém passou sabe que realmente existe e é estranho, como se eu tivesse com uma "síndrome de adolescência retardada".

Explico o porquê, questões que até pouquíssimo tempo atrás eu não ligaria a mínima, agora eu ligo, como por exemplo:

- Roupas. Sempre fui super desencanada para isso, usava mesmo uns decotões, short muito curto, saía de biquíni na rua e, caso tivesse que ir muito longe, eu apenas colocava uma saída de praia (tá, eu ainda faço isso às vezes) - bom deixar claro que tudo sem maldade, eu NUNCA fui e NUNCA serei vulgar ou tendendo à "piriguetice" -, porém agora eu fico pensando se eu já não passei da idade para determinadas coisas.

- Pele. Sempre fui extremamente desleixada para isso tb, o máximo que fazia era passar protetor solar (isso tb depois que eu retirei uma pinta do queixo e tive que usar para não dar mancha). Hoje em dia estou super encanada com olheira, com rugas de expressão, com acne, com mancha... com todas as coisas que eu teimo em achar quando procuro.

- Peso. Nunca liguei muito para isso tb, aliás, eu (ainda) como muito, para alimentar tranquilamente duas pessoas saudavelmente. Porém agora (mesmo não passando dos 52 quilos) eu me sinto cada dia menos magra e penso duas vezes quando vou comer (não que eu consiga deixar de comer, não, ainda não cheguei nesse ponto).

- Plástica. Nunca cogitei muuuito a idéia de fazer plástica. Agora eu mais de duas vezes na semana eu penso seriamente em arrumar pelo menos duas coisinhas.

- Falar muito. Em situações normais eu falo igual a uma maritaca. Triste isso, mas é um fato. Agora dei para me mancar e consigo (acreditem) me controlar muito. Inclusive minha opiniões intransigentes ou minha personalidade excessiva conseguem, muitas vezes, serem mantidas sob controle.

- Fazer piada, dar pulinhos, correr na rua e bater nos amiguinhos. Descontando em alguns mais chegados, ou quando vou à praça jogar bola com meu filhote, também eu estou conseguindo me segurar nesse sentido. Antes eu não parava duas vezes para tomar alguma atitude corporal como um molequinhos de dez anos, agora eu, na maioria das vezes, consigo pensar pelo menos uma vez e tentar não fazer.

- Preconceito e radicalismo. Sempre me considerei uma pessoa muito mente aberta. Muito demais, aliás. Porém agora consigo citar pelo menos umas 3 ou 4 coisinhas que não tenho tolerado tão bem quanto antigamente. Simplesmente estou muito radical em relação a algumas questões sociais, principalmente.

- Não saber se estou tomando as decisões corretas, se estou vivendo de uma forma satisfatória e estar sentindo que o tempo fica cada vez mais curto.

Olha, lendo o que acabei de escrever pode parecer que estou me tornando mais fútil e ranzinza, mas não é. Mesmo.

Posso estar um pouco insegura, sem saber direito qual postura "é aceitável" ou melhor, se existe essa coisa de "postura aceitável". Posso estar meio encanada tb pois no documento eu quase tenho 3 décadas, mas na alma eu não passei dos 18. E o pior, eu vejo essas menininhas de 18 se atracando com os menininhos de 18 e, na minha visão eles ainda são pequenos demais para isso (rsrs). E de saber que quando acontece de eu dizer minha idade para rapazinhos de 22 eles dizerem: - Sééééério, neeeeeeem pareeeeece! (como se eu tivesse acabado de falar que eu tinha uma doença venérea ou uma maldição, e não apenas que tenho 29).

Estou insegura sim. Confusa também. E o pior, uma coisa eu tenho certeza: não tenho mais idade para isso. Ah que saudade dos 16, onde eu poderia ter tido (e não tive) as crises que eu desejasse que seriam totalmente desculpáveis!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

A Noiva do Guerreiro

Maratona de banca
Maio
: Livros Hot

Título: A Noiva do Guerreiro
Autora: Julie Tetel


Devido a interesses políticos, o cavalheiro viúvo Simon de Beresford aceitou casar-se com a bela Laurel, a (também) viúva de um inimigo. Mesmo com o casamento, a atração física é prontamente sentida por ambos, porém questões ideológicas e políticas são fatores causais para afastamentos, mal entendidos e negações sentimentais. Em um período conturbado, onde a disputa pelo reinado da Inglaterra divide, além de nações, o casal Simon e Laurel, uma traição próxima é mais um risco para eles lidarem.

Interessante é que o Simon, protagonista masculino sofre do mesmo mal que eu, querer uma coisa e demonstrar outra. Enquanto pensa na atitude dos outros não nota que sua própria atitude está em desacordo com sua opinião. O pobre coitado simplesmente não sabe "sentir" e, mesmo sendo cheio de bons sentimentos e intenções, age com ações simplórias e rudes que contrariam tais intenções. Me aproximei muito dele por este motivo, mesmo reconhecendo que ele é, em sua essência, um guerreiro bruto.

Agora, sinceramente não senti o mesmo pela protagonista feminina. Coitada, ela pode até ser corajosa, honrada e demonstrou dignidade e capacidade para enfrentar situações complicadas (que eu não saberia) ... mas não me apaguei muito a ela.

O que é, definitivamente o clichê-mor da maioria ABSOLUTA desses livros e que não podia faltar nesse tendo, inclusive, um destaque especial é a FALTA DE COMUNICAÇÃO bizarra entre o casal, que ocasionam vários mal entendidos desnecessários! Os dois, em incontáveis momentos desejaram as mesmas coisas, porém demonstraram não querer e acarretaram atitudes opostas!

E, como tem sido cada vez mais comum, o finalzinho definitivamente não manteve o mesmo nível do restante da estória. É, como todo light romance, foi feliz, mas infelizmente rápido e pouco caprichado. Ah!!! Em relação à maratona, escolhi esse livro para o mês "HOT" e, sinceramente? Não achei ele tããão hot assim.

domingo, 2 de maio de 2010

Recebi por email e adorei!

Escrito por Regina Brett, 90 anos de idade: "Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi as 45 lições que a vida me ensinou. É a coluna mais solicitada que eu já escrevi."

Meu hodômetro passou dos 90 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez:

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Quando estiver em dúvida, dê somente, o próximo passo, pequeno...

3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.

4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.

5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.

6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.

7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.

8. É bom ficar bravo com Deus. Ele pode suportar isso.

9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.

10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.

11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.

12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.

13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.

14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.

15. Tudo pode mudar num piscar de olhos. Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.

16. Respire fundo. Isso acalma a mente.

17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.

18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.

19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.

20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.

21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use lingerie chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.

22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.

23. Seja excêntrica agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.

24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.

25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você.

26. Enquadre todos os assim chamados "desastres" com estas palavras 'Em cinco anos, isto importará?'

27. Sempre escolha a vida.

28. Perdoe tudo de todo mundo.

29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.

31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.

32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.

33. Acredite em milagres.

34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.

35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.

36. Envelhecer ganha da alternativa -- morrer jovem.

37. Suas crianças têm apenas uma infância.

38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.

39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.

40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.

41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.

42. O melhor ainda está por vir.

43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.

44. Produza!

45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Crônica de uma Morte Anunciada


Desafio Literário

Mês: Abril - Escritor latino

Título: Crônica de uma Morte Anunciada
Autor: Gabriel Garcia Márques


O livro basicamente narra em terceira pessoa a estória, através de flashbacks, do assassinato de Santiago Nassar, jovem rico que supostamente desvirginou a (recém) esposa de Bayardo San Román. Para restituir a honra de sua família, os irmãos gêmeos de Ângela Vicario (a noiva desvirginada) resolvem matar o culpado por esta ter sido devolvida na noite de núpcias, e ai temos o motivo do crime.

Sem dúvida, para mim, o mais interessante do livro foi a forma como foi construído, de trás para frente (sempre tive um fraco por isto). A estória já começa revelando que o personagem principal está morto, e só depois nos apresenta o motivo e vamos conhecendo os demais envolvidos. O próprio narrador não nos é diretamente apresentado e, apenas aos poucos vamos obtendo informações a seu respeito.

O livro tem a ironia e a riqueza de narração bem típicas de Gabriel Garcia Marques, com uma leitura muito fluída, mesmo que um tanto pesada, e extremamente envolvente! Ficamos ansiosas e curiosas sobre o próximo acontecimento ou novo fato que se apresentará.

Olha, para mim é até difícil fazer uma resenha sobre os livros de Gabriel G. Marques, pois o acho tão brilhante, principalmente nos detalhes, que se for destacar cada ponto ficarei semanas aqui discutindo sobre o livro...

...então, finalizando, gostei BASTANTE do livro mas teve partes que, mesmo totalmente envolvida e enfeitiçada pela narração, achei impactante demais, quase a ponto de querer que fosse diferente, de trocer pelo o contrário.

Adorei o livro, adorei o personagem principal, (ridiculamente) queria que ele não tivesse morrido, e que o livro se chamasse "Crônica de uma Quase-Morte Anunciada".

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Trololo Cat

Eu nunca tinha visto esse vídeo, mas achei tão mimoso que resolvi dividir com vcs!

Para quem gosta de gato e ainda não conhece o Trololo Cat, vale a pena!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Armadilhas no trabalho!!!

Olha a situação que ocorreu comigo no trabalho. Já eram 11:25 h, isso significa que faltavam cinco minutos para o meu último paciente, quando entra um rapaz procurando pela Drª Diana (ninguém deve me chamar de Drª). Primeiro pensamento foi que devia ser algum engano, já que ninguém aqui me conhece. O segundo, imediatamente após o primeiro, logo depois que eu notei a cara séria do sujeito, era que devia ser parente de algum paciente.

O rapaz, que veio direto a mim, disse ter sido enviado pela coordenadora para eu avaliar, se apresentou como filho do sobrinho do prefeito, disse estar de férias em Muriaé e relatou o acidente sofrido em um jogo de futebol, porém, após isso, os ataques começaram.

Quando digo ataques, quero dizer uns tremores, e uns tiques com cabeça, ombro, língua, boca, de uma forma muito estranha (muito igual a isso AQUI). Só que, como o cara era paciente, eu mantive a calma e o levei para a sala de avaliação para descobrir o que estava acontecendo, já que chamava tanta atenção de todos em volta que, ou estavam assustados, ou morriam de rir.
Lá vou eu com o sujeito fazer a avaliação e, quando chegamos, ele me avisa que tem Tourette. Nunca atendi ninguém com Tourette porém, pelo o que eu me lembrava, as pessoas falavam muitos palavrões do NADA, tinham uns ataques meio que se estapeando... Bom, continuei a minha "avaliação", só na anamnese, sem tocá-lo, para não estressá-lo mais ainda, já que ele me revelou que seus tiques pioravam no estresse, situações novas e com "jaleco branco". Tá, deixei-o se acalmar, tirei o jaleco e, após pedir que outro fisioterapeuta atendesse minha paciente (a de 11:30h), começamos a conversar.

Gente, trinta minutos depois ainda estávamos na mesa e, na altura do campeonato, eu estava suando, nervosa e toda dolorida, só de ver o cara se debatendo... e com vontade de MATAR os meus colegas de trabalho, já que nenhum estava atendendo e só ficavam rondando a sala, roxos de tanto rir. Controlando minha vontade de pular no pescoço de um, eu comecei a explicar para o rapaz as técnicas e responder as mil perguntas que ele me fazia.

Porém, chegou um momento que ele me disse que eu deveria atendê-lo no horário de 12:00 horas, já que a coordenadora havia pedido (por ser quem ele era), já que não atendíamos ninguém nesse horário. Ah... ai já viu né? Falar isso comigo? Nessa hora eu comecei o meu discurso que para mim todos são iguais, que o rico entra na fila da mesma forma que o pobrinho, que eu não aceito politicagem e que se eu fosse atendê-lo seria pelo problema dele, e não porque um superior havia me mandado...

Nessa hora (uns 40 MINUTOS DEPOIS que eu havia começado a avaliar o rapaz), entra uma das sarnas que trabalham comigo, uma das que estavam roxas de tanto rir de mim, e aperta a mão do cara, parabenizando ele pela atuação.

O POVO ARMOU PARA MIM!! Esse "rapaz" era o esposo da minha nova colega de trabalho, que eu ainda não havia conhecido, e conseguiu me enganar!!!!! Eu sofri 40 minutos, já que estava morrendo de pena do cara, e puta da vida com o resto do povo que só fazia rir!

O sujeito conseguiu representar com tamanha PERFEIÇÃO que me choca até agora (deixo bem claro que o mesmo é fisioterapeuta tb, professor universitário e ensina justamente matérias relacionadas à sua atuação!)... além do choque de ter sido enganada pelos "à toas" do trabalho, que devem ter esperado ansiosamente a minha vez de cair no golpe!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Breve análise (preconceituosa) das condições de trabalho no interior

Minha "irmã" diz que quando eu não estou reclamando que não tenho tempo para nada, que estou correndo e cheia de coisa para fazer, eu reclamo que estou entediada. Esquecendo o fato que, ao ler isso, as pessoas irão pensar que eu só faço reclamar (o que é uma certa mentira, já que entre uma reclamação e outra eu bebo e durmo rsrsrs), a questão comentada é a mais pura verdade, ou eu me sinto exausta pelo excesso de coisas, ou eu me sinto muito entediada pela falta de coisas. Por isso, tirarei esse momento de tédio para ser preconceituosa.

Após eu receber uma ótima visita esse final de semana e conversarmos muito sobre a diferença da vida no interior e nos grandes centros não conseguimos, praticamente, chegar a conclusão nenhuma. A minha sentença final é que o ideal é sermos felizes, e se para isso devemos estar no meio do agito, no meio do estresse estimulante ou no meio do mato, é uma questão pessoal. Devemos, portanto, correr atrás disso, mas arcar com as consequências depois.

Discutir essa questão é bem mais complexo do que essa simples divagação em um blog, porém, várias são as variáveis que devemos analisar para compararmos a qualidade de vida, como por exemplo moradia, violência, acesso a cultura e centros de formação, trabalho, lazer e as relações humanas.

Vou destacar um ponto para dar uma argumentada (com uma perspectiva totalmente pessoal) e já que relações humanas, cultura e lazer eu nem posso me atrever (devido ao abrigo anti-bomba), escolherei o trabalho.

- No interior, a chance de sermos "engolidos pelo mercado selvagem" é indiscutivelmente mais remota, porém, o estímulo que essa mesma selvageria mercadológica proporciona, que é a constante atualização e aprimoramento profissional, tb está ausente. Devido a essa menor exigência, podemos facilmente nos tornar profissionais acomodados e, o pior, ultrapassados.
- O salário é outra questão a se levar em conta, já que ganhamos menos, mas gastamos menos.
- As relações interpessoais no ambiente de trabalho são, na maioria, muito restritas e, no interior temos o ambiente propício para fofocas (isso se deve ao fato de que o tempo que as pessoas dos grandes centros estão gastando se aprimorando, as do interior estão gastando prestando atenção na vida alheia).
- A rede de contatos fica muito complicada, já que no interior, o nome de família, o dinheiro de berço, a prima-da-amiga-de-madrinha-do-filho-do-prefeito é sempre melhor do que você. Uma vez que a sua formação e capacidade são facilmente suplantadas por essas outras "qualidades".

Posso estar enganada mas essa é a minha atual visão das coisas que, admito, é bastante restrita.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Desasabafo dos hormônios descontrolados

Olha, hoje não foi um dia bom, aliás, esses dias não foram bons então acho melhor se afastarem de mais um post da série: posts de desabafo. (Bom, se continuarem, não digam que eu não avisei!)

Tenho repensado em muitas coisas na minha vida (aliás, desde que eu vim para Muriaé me sobra muito tempo para isso, já que aqui nada me interessa!) e o mais novo anime que eu estou assistindo só contribuiu para estimular mais ainda o meu momento introspectivo. O triste é que dessa introspeção não está sobrando muita coisa boa, acho que a culpa é dos hormônios, só pode.

Para esquecer os problemas que surgem (pois já é cansativo aguentar as coisas que eu já tenho que resolver naturalmente) eu vivo de palhaçada. Faço piada com tudo e todos e vivo de bom humor. Só que isso cansa, e quando vou rever algumas atitudes,ou simplesmente não me reconheço mais ou não sei se tudo isso é válido.

Tenho problemas graves no trabalho por questões organizacionais (quem lê o blog sabe que ficamos cinco semanas sem água em uma clínica de fisioterapia, só não sabe que ficamos sem cadeiras, que os tacos saem, que faltam equipamentos, que não tem uma instalação elétrica decente e que, por isso, os aparelhos são ligados em 3 extensões grudadas... não preciso ficar enumerando mais, não é?), fora os problemas políticos que frequentemente nos levam a sermos ameaçados (não vou entrar em detalhes pois ficaria bem extenso) e as demais chatices. Somando isso ao fato de eu, como todos sabem, detestar Muriaé, acho que o melhor agora é viver levando as coisas de uma forma mais light (para quem me conhece SABE o quanto é difícil eu ser light), resolvendo as coisinhas sem estresse, esperando para ver o que vai acontecer, botando panos quentes... ou seja, meu peito está virando um brejo de tanto sapo que eu engulo(!), tudo isso com o intuito de sofrer menos (coisa que DEFINITIVAMENTE não faz o meu estilo).

Porém (só pode ser devido a TPM) essa semana expirou o prazo de ser "easygoing". Não suporto mais, a vontade que eu estou é de gritar aos quatro cantos tudo o que eu quero falar para todo mundo, com direito a dedo na cara e tudo o mais!!! Can-sei!

Ontem cheguei ao ápice quando um paciente meu virou para mim e disse: "- Posso te dizer uma coisa?" Eu: "Hum?" Ele: "Você precisa arrumar um namorado". E eu respondi: "-Posso te dizer uma coisa?" e Ele: "Hum?" Ai eu: "Vai a merda?"

No final, sabe qual foi a única alternativa que eu arranjei? Fuga. No trabalho: fico muda e, quando não estou com a mão em algum paciente, leio (estudo) ou limpo. Em casa: biiru (cerveja para quem não sabe), hobbie, estudo e família (filhote e "irmã", pois até mamily tem estado sob a minha mira). Quando saio: hum? O que é isso mesmo? E querem saber? No meu estado atual é melhor eu ficar quieta dentro de casa e pendurar aquela plaquinha de "Não Perturbe", ou melhor "Cuidado, cão bravo".

Já pararam pra pensar que estamos praticamente o tempo todo rodeado por hipócritas? Egoístas? Quando estamos felizinhos, lindinhos, endinheiradinhos, estamos rodeadinhos. Agora, experimente não ser perfeito e ver o que acontece!

Tá, agora que eu pude "gritar" aqui, posso voltar para a minha vidinha e continuar meu momento "fuja desesperadamente como Forest Gump". Run Forest!!!! (Pena que eu não tenho fôlego)

sexta-feira, 2 de abril de 2010

A Montanha dos Mackenzie

Maratona de Banca - Abril
A Montanha dos Mackenzie, Linda Howard
Sinopse (do próprio livro): Ruth, uma cidade pequena do Wyoming, está prestes a aprender algumas lições com a nova professora local. Para começar, Mary Elizabeth Porter está decidida a convencer o jovem Joe Mackenzie a voltar para a escola. Mas Joe e seu pai, Wolf Mackenzie, sofrem o preconceito dos habitantes de Ruth por serem metade índios e metade brancos. Além de todos os obstáculos morais, Mary enfrenta também a natureza inóspita da montanha dos Mackenzie e, em meio a uma forte nevasca, segue para a fazenda deles. No meio do caminho, encontra Wolf. Agora, Mary sabe que também terá de amaciar o coração amargurado de Wolf e ensiná-lo a maior de todas as lições da vida: a capacidade de amar e de se deixar ser amado.

Lendo essa sinopse temos uma idéia vaga demais do livro porém, lendo o trecho a seguir, do SEGUNDO parágrafo do livro, já sabemos o que esperar: “Wolf Mackenzie não podia dormir. A lua, cheia e brilhante, lançava sua luz chapeada sobre o travesseiro vazio, junto a ele. Seu corpo palpitava dolorosamente de desejo, o desejo sexual de um homem na flor da vida, e o passo das horas só intensificava sua frustração. Por fim se levantou e se aproximou nu à janela; seu corpo, forte e poderoso, movia-se com fluidez.

Gostei do livro e, sinceramente fiquei MUITO curiosa sobre Joe, o filho de Wolf (o rapaz promete!!! Estou doidinha para ler o segundo livro da saga Mackenzie), além de simpatizar muito com a Mary. Porém, achei que em certos momentos (principalmente no início do livro, quando a coisa ainda não engrenou de verdade) Wolf tem falas meio baixo níveis, até desnecessárias, que com certeza chocariam uma virgenzinha como Mary... descontando o fato de que o cara parece um animal no cio, credo! Poxa, a primeira vez da mulher iria ser num CELEIRO porque ele calculou que ficava mais perto da casa? Exagero!

Porém... com o desenrolar da estória vamos nos apegando a eles e vendo o maravilhoso caráter de Wolf que (infelizmente) é camuflado devido ao seu ressentimento.

Nesse livro nota-se de forma bem definida o começo, o meio e o fim, completinhos, e pode contar com um enredo, mesmo sendo um light romance, ao contrário do que costuma acontecer. Claro que o foco é no núcleo principal, mas temos os persnagens secundários muito bem marcados.

Gostei e recomendo para quem gosta do estilo!! (E o Joe promete... rsrsrs)

quarta-feira, 24 de março de 2010

O Apanhador no Campo de Centeio


Desafio Literário
Mês: Março - Clássico da Literatura Mundial

Título: O Apanhador no Campo de Centeio
Autor: J.D. Salinger



O livro nada mais é que uma narrativa em primeira pessoa com um argumento muito simples: a visão de um adolescente de 17 anos, que acaba de ser expulso do colégio, sobre sua vida, seus pensamentos e seus ideais (ou a falta deles, muitas vezes).

A escrita extremamente coloquial faz a leitura ser muito fluída e interessante. Acho que o autor soube explorar isso muito bem. Porém, para quem se perde ou não gosta de prolixidades, pode desistir desse livro! O menino é a criatura mais prolixa que eu já vi na vida!

Ri em várias partes, principalmente pela forma como é narrado e os cortes que o autor dá para mostrar o pensamento (na maioria das vezes em um contexto totalmente diverso ao momento) do temperamental rapaz (Holden). Os comentários dele são ótimos, irônicos e sarcásticos, bem do jeitinho que eu gosto!! Porém, admito que sua personalidade (apesar do Holden ter bondade e sensibilidade) é, no mínimo, complexa com rebeldia, revolta e intransigência bem marcadas, fora os traços psicológicos que eu não consigo definir.

O livro (ao MEU ver) tem frases interessantíssimas (as quais EU vivo pensando... e se eu pudesse destacaria uns duzentos exemplos aqui) e só por isso eu já recomendo! Mas já aviso: esse livro NÃO FAZ o estilo da maioria, tenho certeza.

Eu gostei bastante!! Se você acha que pode gostar, dê uma checadinha nesse resumo aqui e nesse artigo aqui. Conheça sobre teorias conspiratórias sobre ele aqui. E, finalmente, leia o livro aqui.

domingo, 21 de março de 2010

Kimi ni Todoke

Tenho uma lista de mangás que "eu TENHO que ler", e essa lista só aumenta. Quando termino de ler um eu recorro a ela com intenção de finalizá-la (eu me iludo muito fácil). Porém, essa semana Laura (que tb tem sua lista) me obrigou a adiantar um dos mangás. Primeiro, tenho que agradecê-la por isso, e segundo tenho que dividir uma questão com vcs: já repararam que ela me obriga às coisas? Me sinto de certa forma coagida! HAUAHUAH Brincadeiras à parte, Kimi ni Todoke VALE A PENA! Não é a toa que vem aparecendo na lista dos mais vendidos regularmente.
Um mangá, no mínimo, fofíssimo, que conta com uma estória singela e um gráfico que, mesmo que inicialmente não aparente ser tão atraente, nos pega pela sutileza e nos faz apaixonar!!! Bom, sem ficar me rasgando em elogios, a estória se foca em Sawako Kuronuma, uma estudante que tem sérios problemas em se relacionar devido à sua personalidade e, principalmente à sua imagem, já que ela tem uma aparência que faz lembrar filmes de terror (O Chamado). Porém, defendendo, sua personalidade é simplesmente mal interpretada, ela é ingênua, tímida, não sabe seu valor e tem sérios problemas de comunicação. E sua aparência? É fofíssima! Ela é muito bonitinha, só que faz cada expressão facial que mata um de susto!Ao conhecer Shouta Kazehaya, sua vida começa a mudar, relacionamentos vão surgindo (aliás, as amigas (1, 2) dela são ótimas!), ela vai experenciando novos sentimentos, conhecendo pessoas e, principalmente, se deixando conhecer, e vai descobrindo uma realidade totalmente diferente da que vinha tendo até agora. Até que um dia percebe que um sentimento mais forte começa a surgir... e como sentí-lo, como entendê-lo e como revelá-lo?

Recomendo muito! Muito bacana e, mesmo tendo um contexto infantil (school life), não deve ser visto com preconceitos, já que ele é uma mescla de slice of life tb. Como disse, vale a pena mesmo! Virei fã e foi para a minha lista dos prediletos! Cheque AQUI!

terça-feira, 16 de março de 2010

Avatarize Yourself

Olha, estava passeando por um bloguinho bem bacana, o Happy Batatinha, e conheci o Avatarize Yourself. O próprio nome já diz, mas para quem não ligou " a palavra ao filme", este é um aplicativo que simula como você seria se fosse um Na'vi.

Esta ai sou eu de Na'vi (o bico não esconde a procedência, né?). Quase morri de rir quando vi que ficou um olho maior do que o outro, já que isso foi motivo de quase morte entre mim e Laura (tá, agora eu admito, até de Na'vi eu tenho um olho maior do que o outro!!!).

Mesmo eu não tendo blogado (vergonha mesmo) sobre o Avatar, que sem dúvida nenhuma foi um dos filmes que mais gostei dos últimos tempos, eu não posia perder essa oportunidade. Até que ficou parecidinha, né? Tentem vcs!

E, para quem pensou: ela não está reclamando tanto de cansaço (?), não está super atarefada (?), e não tem mais nada para fazer (?)... respondo que, mesmo atrasada (já que tenho que estar daqui a vinte minutos na vistoria da casa antiga e daqui a 1 hora e meia em um paciente) eu sempre tenho tempo para inutilidades!

sábado, 13 de março de 2010

Descanso? Um breve desabafo...

ALERTA: O post a seguir é totalmente feminino!! Homens, mantenham distância!!!
Sabe quando sua alma quer fazer um monte de coisas e o seu corpo não acompanha? Pois se não sabem, não queiram saber, e se sabem, sabem exatamente como estou me sentindo.

PORÉM... simplesmente eu não consigo descansar!!! Coisa doida! Após minha (três vivas!!! ieeeeei, ieeeei, ieeei!) mudança eu estou exausta, mas cada dia tem uma coisa diferente que atrapalha meu descanso.

O trabalho está um inferno. Um IN-FER-NO! Vc acredita que estamos nos sujeitando a trabalhar 3 semanas SEM ÁGUA? Quero lembrar a todos que eu trabalho em um local de saúde, onde passam no mínimo 100 pacientes por dia... conseguem visualizar a situação? Além de impossível e ridícula, é absurda, contra TODAS as regras de sanitarismo e biosegurança. Porém, minha coordenadora só foi capaz de nos ameaçar, já que solução não tem previsão.

Ela teve a audácia de mandar "lavarmos" mão com álcool, pegar água na Secretaria de Saúde (que fica minutos a pé) e fazermos xixi (tentando ser menos explícita) sobre os 10 últimos xixis. Os pacientes? Não me perguntem, pois deve ter uns 100 "últimos xixis".

Porém, eu estou tão cansada que nem argumento mais, já que da última vez que tentamos ela perguntou: "qual é o problema agora?" HAUHAUAH Deu vontade de responder: "não, sei, acho que estamos delirando que há 3 semanas não tem água!" Absurdo é o mínimo, né?

Pois é.. voltando ao meu cansaço... ele está tão grande que não consigo descansar. É, para quem não viveu isso ainda, pode crer que é possível. Seu corpo não pára, vc fica eufórica e não foca em nada direito... mas tb não descansa.

Com exageros à parte, estou tão largada que me sinto como se estivesse virando um lobisomem (e não sexy como o Jacob!), cabelo desgrenhado, unhas nem se falam, sombrancelhas que quase fazem dreds (para tb não ser muito explícita)... deplorável! E, somando à não cooperação do meu corpo (cansado) estou praticamente em prisão domiciliar há semanas! Pre-ci-so dar uma saída, mas kd as forças...

Tá, vou acabar esse post-desabafo, levantar a bunda multicolor da cadeira e virar mulher de novo... desculpem o post, o cansaço não me deixa nem raciocinar direito... quero um homem massagista daqueles de romance de banca! Agora! Ah, ele podia saber depilar tb, né? rsrsr

sexta-feira, 12 de março de 2010

Mudança, IEEEEIIIII!

Minha ausência completa se deve à minha mudança, IEEEEIIIII!

Em algum post ai atrás eu comentei que teria novidades, ou que "algo estava para ocorrer", pois bem, estou de casa nova! Para quem não me entendeu, estou de volta à civilização (quase, já que AINDA não saí de Muriaé)!!!!! Sem vizinhos horrendos!!! Ieiii! Um viva para isso!!!!

Tenho quintal, faremos uma horta (ieiiii, tenho terra!!!! Acabou essa coisa de carregar 20 quilos de terra no lombo!!!!), já arrumei todo o canteirinho da frente (com ajuda de Mamily, pois uma minhoca - deusmelivre - se jogou para cima de mim e eu meio que tive uma crise de pânico, claro) e, finalmente, cachorro, gato e filhote felizes... e eu em paz. Finalmente um pouquinho de paz (no quesito habitação, claro).

Se bem que, a mudança foi um "parto sofrido e prolongado", que até mereceria um post separado, mas eu estou tão mortalmente cansada que me afastarei da tarefa. Até cortes em todos os dedos, umdedo luxado e um lado da bunda totalmente preto (e depois roxo, e depois vermelho, e depois verde, e agora amarelo) eu consegui. Sério mesmo, juro que por um momento até pensei em casar e parar de sofrer carregando peso e instalando coisas... nessas horas, homens (sem ser esses que a gente contrata e paga) faz uma falta!!!

De qquer forma sobrevivi e estou muito satisfeita. Posso afirmar uma coisa para os que me conhecem, se eu tivesse vindo direto para essa casa aqui, eu não teria sofrido 1/3 do que sofri até agora. Então espero, sinceramente, poder (tb no quesito habitação) ficar tranquila por um boooom tempo, até armar o verdadeiro plano de fuga desse abrigo anti-bomba.

terça-feira, 2 de março de 2010

Amor por Encomenda

Maratona de banca - Março
O livro Amor por encomenda, de Mary Burton, foi minha escolha do mês de março para a Maratona de Banca, por ser um dos romances históricos que mais me atraiu quando eu li as resenhas de janeiro do desafio literário.

Conta uma estória muito simpática e que eu, como mãe solteira, logo me atraí. Nela conhecemos Jeena, uma jovem que está sendo excluída de sua família, discriminada pela sociedade e abandonada pelo noivo por ter optado por cuidar da filha recém nascida de sua irmã, que morreu ao dar a luz. No desespero, Jeena resolve responder a um anúncio de casamento, porém esse anúncio é enviado por um homem com um passado e costumes totalmente diferentes e que mora no oeste!

O grande lance é que, para se candidatar, Jeena mente que é viúva e mãe de um bebê, mesmo sendo solteira e virgem (rs). Obviamente o marido é um homem com H maiúsculo, super viril... e a coisa complica. Só que, em contrapartida, ele tenta fazer a parte dele para compreender e respeitar as diferenças entre ambos.

Claro que existe o background da estória, e nele entram outros personagens, uma (sutil) trama de vingança e os demais "cenários" necessários para ambientar a estória.

Bom, agora lá vai minha opinião: no começo eu gostei bastante, fiquei empolgada, querendo saber como a trama se desenrolaria. E, mesmo achando a estória singela, não encontrei tantos traços piegas, comumente encontrados nesse estilo. No meio do livro minha opinião era praticamente a mesma, só acrescento que se iniciou uma quantidade de clichês e previsibilidade um pouco maior. Só que, no final, eu acho que deu uma desandada.

Entenda, não que tenha estragado o livro, claro que não! Porém, deu a impressão que a autora teve que correr para entregar o final, que o prazo estava acabando, ou que o editor mandou diminuir o número de páginas. Parece que ela teria mais o que dizer, sabe? E ai descambou um exagero de clichês e entrou o lado piegas da coisa com força total.

Mas eu gostei (se o "finalmente" fosse mais caprichado teria gostado mais)! Bem simpático!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Selinhos 3

Novamente agradecendo Dona Laura...
REGRINHAS:
Postar o link do post de resenha que vc fez que mais gostou.
Presentear os blogs que têm resenhas maravilhosas.

O link da minha resenha está AQUI, foi difcícil escolher, mas acredito que esta representa o estilo que eu mais aprecio quando escrevo.

Passo o selinho para:

1) Natália
2) Srta. Camila
3) Mi Müller
4) Sweet-Lemmon
5) Normanda

Parabéns pelas resenhas meninas!

Selinhos 2

Queria agradecer a minha "irmamiga" Laura pelos 3 próximos selinhos, que irei dividir por post para não cansar a beleza de vcs.
REGRINHAS:
Postar o Selo em seu Blog!
Citar o Blog de quem te indicou!
Oferecer o Selo à 10 Blogueiras que você julga ser Dedicada aos seus Blog's!

Passo o selinho para:

1) Srta. Camila
2) Leninha
3) Natallie
4) Thalita
5) Suellen
6) Regina
7) Pâm Gonçalves
8) Náh
9) Nade
10) Nanda