terça-feira, 26 de abril de 2011

Falta de respeito

Entre uma resenha e outra... vou reclamar (isso tá virando um péssimo hábito).

Tenho me sentindo tão desrespeitada e tenho reparado que tanta gente tem desrespeitado tanta gente... nossa, ficou confuso isso, facilitando: o desrespeito tem reinado, e isso tem me incomodado.

Sinceramente acho que hoje em dia simplesmente você não tem como acertar. Vc sempre estará errada, independente da sua escolha. Portanto devemos dar a sorte de escolher o caminho "menos errado", ou começar a ter um brejo no peito, de tanto engolir sapos.

Você não pode fazer uma escolha que fuja aos padrões.

Se você emagrece vc está doente e feia; se você engorda, você está gorda e feia; se seu cabelo está caindo, está ralo; se o seu cabelo tem muito volume, está feio; se você está quieta, está mal humorada; se você está falando muito, está agitada demais; se você sai muito, "não sossega"; se você não sai, "não faz nada"; se você está trabalhando muito, é mercenária, capitalista; se você não está trabalhando muito, é preguiçosa; se você está solteira, é encalhada; se você está namorando, é chata pq está "casada"; se você é gay, está pecando; se você é hétero, está fora de moda...

Alguém tem um manual de vivência humana?

CLARO que admito que erramos, todos erramos, e MUITO! Mas temos que ter a liberdade de fazer escolhas pessoais, que fujam da mesmice midiática, cultural ou religiosa.

Quererem te forçar a aceitar um sistema proposto pela sociedade quando você simplesmente não se encaixa a ele, e quando essa sua opção você não faz mal a ninguém, é ABSURDO!

Um exemplo claro disso, da minha vida pessoal, em que eu sempre sou desrespeitada, sempre sou abusada é minha opção dietética que, para mim, é mais do que simplesmente o ato de comer, e sim um ato filosófico, de amor a vida até!!!! Sou vegetariana, por motivos fortes e embasados... NÃO CONCORDO com os hábitos alimentares de hoje em dia... MAS NÃO CRITICO quem os pratica!

Não fico tentando convencer ninguém a entrar no meu esquema, assim como não critico as pessoas que seguem um sistema diferente do meu... mesmo não concordando. MAS NÃÃÃO... eu estou errada.

Hoje ouvi que meu colesterol está alto por causa da minha opção alimentar e que, "se eu não fosse tão ridícula e parasse com essa palhaçada, meu colesterol estaria normal".

Sem mais comentários. E viva o respeito!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Rio

Na quinta-feira santa vimos a animação do momento: Rio.

Dos mesmos produtores de A Era do Gelo, Rio não podia deixar de ter características parecidas, porém sinceramente senti falta de alguns traços mais fortes de humor, encontrados no seu antecessor.

O filme conta a estória de uma ararinha azul macho que, por ser o último de sua espécie, deve se acasalar. Porém a questão é que esse macho foi criado no Canadá de uma forma absurdamente domesticada, e não aprendeu a viver na natureza, ou melhor, não sabe nem como é ser uma ararinha azul.

Fiquei (e estou até agora, escrevendo esse post) na dúvida se gostei ou não da animação, mas não tem como negar que o gráfico está LINDINHO e os cenários foram muito bem caracterizados.

Porém, mesmo admitindo que em TODAS as animações, até mesmo nos filmes, devemos aceitar que abusem da tal "licença poética", senão nem haveria argumento... não sei, achei que em alguns momentos houveram alguns absurdos.

A estória é CHEIA de clichés! Cheeeeia! Fiquei muito na dúvida se agradará as crianças. E também se agradará adultos (rs). Falando sério: acho que eles não souberam fazer a dosagem da animação infantil com um humor mais maduro sublimiar, como temos visto.

Acredito que Rio faça mais sucesso devido a sua imensa campanha publicitária do que pela obra em si. Muito bonitinho, mas não me impressionou.

Confira o trailer AQUI e visite o site oficial AQUI.

domingo, 24 de abril de 2011

Nosso Lar

Ainda seguindo a programação da semana santa, visitar amigos, curtir Meu Bem e ver muitos filminhos, ontem eu assisti o que foi baseado na obra de Chico Xavier, Nosso Lar.

Acredito que a maioria dos que sejam, pelo menos, simpatizantes da doutrina espírita já ouviram falar desse livro e sabem algo sobre sua estória, assim como eu. Nosso Lar conta a estória de André Luis, médico que acaba de desencarnar, desde o momento que acorda no umbral, até seu "acordar" espiritual já na colônia chamada de Nosso Lar.

Sou levemente preconceituosa com produções nacionais, admito SIM que existem EXCELENTES produções, que não perdem NADINHA para as estrangeiras, mas até que eu achei que eles foram bastante cuidadosos na produção desse filme. E quando digo produção, estou me referindo a praticamente tudo, desde o cenário até os efeitos especiais, incluindo ambientações.

Só achei que a escolha de alguns atores foi meio fraca. Nossa, com tanta gente boa para ser chamada, foram chamar uns que não convenceram nadinha. Não estou sendo generalista, claaaro que tiveram atores muito bons, alguns até excelentes, mas nossa, em alguns momentos as interpretações pareciam de peça de escola! Ah, só mais uma coisa que realmente não gostei: o som do filme. Não sei o que acontece com alguns filmes brasileiros que tem esse som estranho, sem qualidade...

Acho que Nosso Lar nos faz pensar bastante sobre nossas condutas. Um momento interessante, que eu não sabia, e nem havia escutado falar, na doutrina espírita é sobre o "Suicídio inconsciente", que é (interpretação pessoal, pelo o que eu pude entender vendo o filme) quando desgastamos os recursos limitados do organismo através de condutas auto-destrutivas, principalmente focando nosso bem estar momentâneo. Ou seja, quando não preservamos nosso organismo como um bem que devemos manter, causando-lhe danos sucessivos. Nessa situação entrariam as noites intermináveis de buteco, cigarro...

E, mais importante ainda, a mesma situação acima se aplica à mente. O que pensamos de forma destrutiva, também pode acarretar um "suicídio inconsciente". Perdoem-me a pobreza dos conceitos e comentários, mas pretendo ainda estudar sobre isso.

Em resumo gostei bastante do filme, mas acredito que não tanto pelo filme em si, mas sim pela estória contada nele.

Na página oficial você vê todos os detalhes dessa produção, inclusive o trailer, visitem!

sábado, 23 de abril de 2011

Cisne Negro

Tenho andado um pouco frustrada por estar tão atrasada em relação a filmes. Têm sido lançados uma grande variedade de filmes, com bons títulos e eu tenho andado meio à margem disso. Não sei o motivo, mas pretendo logo logo voltar à ativa e me atualizar.

Para piorar minha frustração, queria resenhar todos os que vejo aqui, mas assisti vááários filmes bons como Tropa de Elite 2, O Discurso do Rei (entre outros), e várias porcarias, como O Homem de Ferro 2, O Turista (entre outros) e simplesmente não bloguei. Vontade eu tive, agora vai entender o motivo da ausência...
Bom, indo agora ao motivo deste post: Cisne Negro.

Cisne Negro foi muito reconhecido pelos críticos, indicado para cinco premiações grandes, conquistou vários prêmios, inclusive o Oscar de melhor atriz para Natalie Portman.

Por tudo isso eu já tinha que vê-lo, mas a curiosidade cresceu ainda mais quando, em sua resenha, Laura disse que "para quem gosta de filmes com menos ação e mais cabeça, com certeza vale muito a pena", e já que confio em seu gosto, achei que teria a mesma impressão que ela.

Só tinha esquecido que ela é apaixonada por balé, e eu não... aliás, depois que vi o filme, tenho certeza que eu DEFINITIVAMENTE não gosto de balé. Ai complica, acho que o filme tem todas as qualidades que as críticas ressaltaram, mas sinceramente acredito que quem não curte balé não vai gostar tanto do filme.

A estória nos apresenta Nina (Natalie Portman), uma Bailaria de 28 anos que acaba de conseguir o papel principal na montagem do Lago dos Cisnes. A moça tem uma relação conturbada com sua frustrada e superprotetora mãe e apresenta crescentes distúrbios de comportamento. O filme é focado na busca interior de Nina para encontrar seu "cisne negro", já que na representação de seu antagonista, o "cisne branco", a bailarina já atinge a perfeição.

Natalie Portman tinha mesmo que ter ganhado o Oscar, pois sua atuação está excelente! O diretor do filme, Darren Aronfsky (o qual, ignorantemente, eu não conhecia ou nunca havia prestado atenção), também fez um excelente trabalho e acertou em cheio ao dar o clima ao filme. Ambos conseguiram nos deixar completamente angustiados, tensos e vidrados nos devaneios, nos conflitos e terrores psicológicos de Nina.

Falando de forma estritamente pessoal, em certos momentos eu fiquei a ponto de parar de ver o filme, de tanto nervoso que estava me dando. A casa de Nina me arrepiava, o teatro me deixava tensa, o clima do filme estava me deixando desconfortável! Eu ficava o tempo todo imaginando o que iria acontecer, porém já não aguentava ver quando acontecia, se é que me fiz entender.

O filme mexeu comigo. Mas não de uma forma boa, fiquei desconfortável. Eu não assistiria de novo DE JEITO ALGUM e recomendaria apenas para um grupo MUITO restrito de pessoas.

Veja o trailer aqui.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Sujeitar-se? É preciso?

Infelizmente sim!

Quem me conhece sabe que não guardo o que penso, sou espontânea (às vezes demais), muito sincera e tenho umas idéias muito diferentes da grande maioria, portanto em determinados assuntos consigo beirar à excentricidade (se bem que, até onde sei, só rico é excêntrico, né?), ao pensamento anti-social, ou até mesmo à falta de educação (considerando essa educação hipócrita que temos atualmente).

Bom, mas de uns tempos para cá, não sei se pq virei mãe de família, ou se pq tenho uma reputação a zelar devido a minha profissão, ou se é pq estou ficando velha mesmo, tenho até me sujeitado um pouco mais aos estímulos externos.

Porém, meus amigos, desde semana passada minha tolerância está no limite!! Estou me segurando pois acredito que uma força muito grande, superior a mim, está me ajudando, pois do contrário eu já teria mandado muito gente... nossa, sumir pelo menos!

To simplesmente exausta de ver TODO SANTO DIA absurdos que são ridiculamente aceitos (e muitas vezes até mesmo estimulados) por essa sociedade doente que nós vivemos!

Ficar calado (para pessoas com a minha natureza) CANSA DEMAIS!

Ai que vontade de falar!!! Ai que vontade de só fazer o que é melhor para mim!!! Ai que vontade de dizer sonoros "NÃO", com direito a eco e tudo!!!

Ai que delícia se pudéssemos ser transparentes, aliás... para não me julgarem e acharem que sou falsa, mudarei o termo: que vontade de poder ser sincera como uma criança!!! E sem ser julgada por isso!!!

Termos que nos modular o tempo todo é um martírio! Principalmente quando não concordamos ao que devemos nos adaptar.

É... vcs não devem estar entendendo o motivo da minha revolta... nem sei se seria muito bom tb explicitar o motivo (ou os motivos, para ser exata) específico, mas por que temos que aceitar convites que não queremos? Por que tenho que aceitar coisas que não concordo? Por que temos que sorrir quando não temos vontade? Por que temos que ter a aparência que os outros acham melhor? Por que temos que nos sujeitar profissionalmente a determinadas coisas? Por que... os porquês não acabam!! Queria, sinceramente, aproveitar esse feriado para esquecer que vivo em sociedade, me enfiar embaixo das cobertas, ter 100 filmes e séries à minha disposição e descansar.

E, não, não estou depressiva, nem triste, nem "revoltadinha". Estou bem, aliás, muito. Só queria poder falar mais, ser mais espontânea (ainda) e andar mais descabelada às vezes... rsrsrs

quinta-feira, 31 de março de 2011

Fim (ou quase) de um ciclo

Pessoas muito queridas na especialização - Friburgo

Sei que estou sumida (e sei que sempre começo com uma frase parecida) mas, tem jeito não, tenho desculpas.

Estou na RETA FINAL da minha especialização!!! Dois anos se passaram, mas parece que foi ontem!! Hoje paguei a última mensalidade e nem estou me aguentando de tanta felicidade! Faltam apenas 3 passos: 1 prova, 1 trabalho e o artigo científico. Não, não estou falando que são passos simples, mas a proximidade do fim está me deixando frenééética!

Houveram sustos e mudanças no meu trabalho. O "susto" (bem pejorativo) me pegou de jeito e fiquei por um bom tempo assustada. Essa coisa de lidar com muita gente, ter contato com pessoas de "todas as espécies" é muito complicado, mas cabe comentar em um outro post.

Já a mudança foi muito proveitosa! Mudaram nossa coordenação e a nova pessoa está cheia de gás, acredito que boas coisas possam surgir disso! Aliás, acredito e torço muito por isso.

Minhas outras funções laborais não estão lá essas coisas, infelizmente, mas acredito que seja uma fase. Aliás, novamente: acredito e torço para isso. rsrs

Minha vida pessoal está muito tranquila, tudo muito certinho, mas muito corrida. Não sei, parece simplesmente que os dias estão voando e eu no meio da correria sem aproveitar tudo! É a tal da piscina "encantada" (que daria outro post), onde Filhote simplesmente não quer sair de dentro; é eu ter que me dividir com "Meu Bem" que está de mudança; é ter que viajar para estudar; - e trabalho, e prova...; e essa coisa de cada hora estar atendendo em um local. Isso tudo está me estorvando um pouco e me deixando meio aérea, meio perdida.

Tá, mas a notícia MELHOR de todas é o OUTRO curso que vou iniciar!!! Ieeei! Eu tinha planejado me preparar para o mestrado, mas aloprei e resolvi seguir um plano, meio sonho, antigo que eu tinha. Portanto abandonei os planos do mestrado e farei o curso de instrutores de Yoga!! Estou super empolgada, não vejo a hora de começar! Claro que posts específicos virão...

Bom, essas são as minhas (meio porcas, tá) atualizações momentâneas. Acho que consegui fazer um apanhado para explicar meu sumiço.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Carnaval chuvoso

Não gosto de carnaval. Acho que é a desculpa perfeita para que todos aprontem de tudo e que esse tudo seja perdoado, afinal de contas, é carnaval! Não é?

Porém, o fato de detestar o carnaval não quer dizer que eu deteste o FERIADO existente devido ao carnaval. Normalmente eu o aproveito para descansar, colocar arrumações em dia, colocar filmes e livros em dia, estudar... Lembro que ano passado e no ano que o antecedeu eu consegui adiantar muitos trabalhos que estavam pendentes.

Esse ano não seria diferente. Não estava planejando viajar (ainda mais pq não tenho parado muito em casa), sendo assim, nos meus planos tinha desde dar banho "no quintal" (leia-se cadela, carro e moto), montar a piscina monstra que comprei pro Filhote (e perder vários tempos com ela), colocar monografia em dia, estudar para a prova que está se aproximando e sair com amigos para colocar o papo em dia.

Resumo: eu teria um pacato e proveitoso (essa parte é a melhor! Me sinto muito bem quando faço coisas proveitosas, me sinto viva!) feriadão.

Noooooossa! Mas não teve como dar mais errado! Creeeedo! Não aguento mais chuva! De todos os meus planos proveitosos eu não consegui executar NENHUM!

Tá, sei muito bem que o tempinho chuvoso se torna perfeito para colocar coisas acadêmicas em dia, portanto seria o momento ideal para estudar e adiantar a monografia, PORÉM, quem aguenta estudar quando se está morrendo de tédio??? Se tédio matasse já estariam aprontando minha missa de sétimo dia!!! Que porre quando ficamos inúteis!

Pois é, eu fiquei inútil, entediada, mal humorada... e o pior, quando estamos (generalizei, eu sei) nessa situação, nem o "fazer nada", o descansar é gostoso! Pois não nos sentimos curtindo o momento "à toa", e sim sem outra opção, prisioneiros do tédio!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

De volta pra casa

Sei que não fiquei muito tempo longe de casa ou da minha (às vezes tão irritável) rotina, mas acho que conforme ficamos mais velhos, com mais obrigações e, principalmente, filhos, as saídas mais prolongadas (mesmo que muito necessárias, como foi o caso) se tornam cada vez mais difíceis e a saudade incomoda mais.

Saí pois tinha que fazer o estágio, basicamente, e aqui eu não tinha possibilidade. Aproveitei para passar uns dias com Meu Bem e, no final, fui para a especialização. Foram 16 dias ao todo, mas nossa, mesmo gostando MUITO das experiências vividas, não via a hora de voltar para casa. Mas tem uma questão: triste voltar para casa quando a minha casa está em Muriaé!

Em um dos meus mil translados (realmente foram muitos!) fiquei pensando sobre isso (para não pensar que ia morrer caindo de um daqueles precipícios), ao passar pelas regiões que foram devastadas pelas chuvas e cheguei a conlusão que minha casa não é mais um território em uma determinada região.

Antes, quando morava em Teresópolis, era só chegar ao Soberbo e me sentia "em casa". Infelizmente não me sinto e nem vejo mais dessa forma. Agora vejo meu lar sendo apenas o local onde meus familiares estão, digo Mamily e Filhote, claro.

Bom, parando de divagar, cheguei. Estou de volta a Muriahell... não que eu esteja feliz por essa questão específica, mas poder revê-los, poder colocar minhas coisinhas no lugar, poder até mesmo voltar para minha rotina e continuar tocando minha vida para frente (prevendo o dia que eu realmente me sentirei em casa) é bom demais!

Férias (e afins) são boas, mas o retorno é ótimo!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Estágio de Acupuntura - 2

Continuando a estória sobre os estágios em Campos - RJ, após o trauma inicial, me preparei para o segundo estágio que havia conseguido. O primeiro, que foi infelizmente frustrado, seria apenas nas segundas-feiras, já esse segundo, seriam as quartas e sextas-feiras, portanto mais pacientes seriam vistos, mais horas seriam assinadas e, devido a isso, mais ansiedade estava gerando.

E o medo de dar errado como o primeiro e minha viagem nesse aspecto ser inválida?!

Consegui o contato desse estágio através de uma ex-colega de sala de um colega de trabalho meu, rs confunso né? E, piorando, Meu Bem entrou em contato inicial com o Supervisor de Estágio e, só então, iniciamos as negociações de como seria o cumprimento das horas.

Ainda ao telefone notava-se que eu estaria lidando com um tipo de pessoa totalmente diferente, já que logo de inicio Yuri (o supervisor) se mostrou super prestativo e querendo que eu visse muitos pacientes, exatamente no clima que eu havia pretendido!

Quarta-feira chegou e eu, felizmente, encontrei o que desejava: um supervisor com vontade de passar, que já é professor, que ama a profissão e, o melhor, é bom no que faz. Preciso de mais alguma coisa?

Hum... preciso: horas. Porém até isso eu tive mais do que esperava! Ele trabalha praticamente de oito as oito! Cada dia de estágio (que, claro, eu saia meio morta, já que não estou acostumada ao ritmo) eu ganhei 11 horas.

Quatro dias, 44 horas - e horas muito bem aproveitadas, já que encontrei uma grande variedade de pacientes e um profissional competente, além de ser um professor que interage, explica e pergunta o tempo todo.

Fui realmente muito feliz em ter acompanhado um profissional decente, ético, que ama a profissão e que, acima de tudo, não é egoísta com o seu saber.

Finalizando, confio e recomendo o acupunturista Yuri Novarino e, sinceramente não sei o que fazer para agradecer o bem que ele me fez.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Estágio de Acupuntura - 1

Todos que me acompanham sabem que estudo acupuntura, porém nem todos sabem que preciso de MUITAS horas de estágio para conseguir pegar a titulação de especialista. Morando em Muriahell fica muito complicado acompanhar o estágio que a própria instituição oferece, devido a custos, tempo, trabalho, e até mesmo questões importantes da minha vida particular.

Sendo assim, a forma que encontrei de conseguir cumprir, pelo menos um pouco, tais horas, era tirar férias do meu trabalho e passar duas semanas "por conta disso". A idéia é boa e o esquema que havia arrumado era melhor ainda! Mas como na minha vida tudo tem um porém... a execução do plano não começou tão bem.

Resolvi passar duas semanas na casa do Meu Bem, arrumei dois estágios (ainda com a possibilidade de um terceiro) e dois dias livres durante a semana para adiantar a monografia (o módulo desse mês é exatamente a "mardita")... fora o bônus de, "de quebra", ver o show do Djavan e do Jorge Vercilo, na beira da praia. E isso tudo com Meu Bem! Para mim não tinha mais como ser perfeito... até que:

- Passei um mal terrível em pleno show do Djavan, tendo que ir parar até no posto médico! E , deixando CLARO, não, não bebi. (Aposto que metade das mentes maldosas acharam que era um porre!)

- Não poderei ir no show do Jorge Vercilo.

E, sem dúvida, o mais importante:

Dos três estágios, dois deram problemas: um não consegui contato ainda e o de hoje foi uma tremenda furada!! Sai daqui meio dia, peguei van e cheguei às 13:30 h (uma hora antes do combinado mas, como não conheço a cidade, era mais garantido assim). Porém, ao chegar lá, descobri que a proprietária da clínica só chegaria as 15:00 h, e, o pior, após esperar, e esperar, fico sabendo que não tinha paciente para eu ver.

É, a pessoa assume um compromisso comigo, marca um dia para iniciarmos tal compromisso e, quando chego ao local só recebo descaso e uma falta de consideração absurda! Uma das frases que ouvi: "O Dr. XXXX disse que já atendeu um paciente as duas (eu estava lá!!!) e que o outro é só às quatro, se vc quiser esperar, e meia hora de atendimento for adiantar alguma coisa para você, pode esperar, caso contrário, vá na esquina, tem um prédio só com clínica médica e vê se tem algum especialista lá e pede estágio".

Bom frisar que quando entrei em contato com essa senhora, deixei bem claro que ela não precisava me aceitar como estagiária se isso fosse ser algum tipo de incômodo para ela... mandei TODAS as informações e o motivo pelo qual estava procurando estágio em uma cidade tão longe da minha realidade e, para isso, explanei minha situação pessoal, de deslocamentos., etc.!!!!: Geeeeeeeeeente, eu moro looonge, estava contando com as horas, estava combinado... e ela faz isso? Dessa forma?

Putz grilaaaaaa! Ou aqui é uma sucursal de Muriahell (pois esse tipo de coisa é muito próprio de lá), ou o problema é comigo mesmo...

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Nerd boyfriend - continuação

Como prometido, aqui estou para continuar a estória...

... ainda no churrasco de aniversário, o rapaz simpático veio todo se ardendo para o meu lado, mas eu, como difícil que sou (já que fica feio me auto-denominar chata no blog), enfiei o capacete na cabeça, subi na moto, e parti. Não sem antes, claro, combinar de nos revermos.

Bom, não serei muito prolixa para não transformar o blog em um enorme romance de banca, o resumo da estória é que desde o dia que saímos não paramos mais de nos ver.

A situação só complica pois "Meu Bem" (é assim que passarei a chamá-lo aqui), devido a questões profissionais e cármicas (só pode), teve que se mudar de cidade, e a distância é um grande incômodo.

Sinceramente não sei o que ocorreu pois Meu Bem é um ser tão especial, tão maravilhoso, que a única explicação para: 1) morar no lugar que mora, 2) trabalhar no lugar que trabalha e (principalmente) 3) ter que me aturar e ainda gostar disso, é CARMA! Pesado!

Espero que eu esteja errada em todos os meus pensamentos mórbidos relacionados a casais e relacionamentos e, realmente, espero que meu pessimismo em relação ao futuro seja apenas um antigo hábito meu, já que agora eu posso falar que finalmente encontrei um Bem que realmente não pretendo perder.

Sabe o que é agradecer pela simples existência de uma pessoa? E agradecer mais ainda (mesmo não compreendendo o motivo) sua satisfeita presença ao meu lado? Pois é, aprendi agora e espero não desaprender nunca mais.

PS: para quem não me conhece: não sou grudenta e nem bobinha apaixonada. E para quem me conhece: chocado com a paixonite? É, amigos, eu tb. rsrsr

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Nerd Boyfriend - o início

Todos sabem o quanto esquisita eu sou se tratando de relacionamentos. Dificilmente acredito em alguém ou me proponho a levar a coisa como deveria, mas há cinco meses algo ocorreu e está na hora de dividir com vcs (não que eu esteja sendo pressionada para isso rsrsr - *tom irônico*).

Mas antes, nesse post, darei uma pequena introdução ao "causo":

Há dois anos e cinco meses atrás, logo assim que me mudei para Muriahell, estava saindo com uma amiga e, ao chegarmos no bar, não tinha lugar para sentarmos. Sendo assim, como boa mineira, minha amiga começou a procurar algum conhecido para sentarmos de penetra na sua mesa. Dito e feito (ah, nota de esclarecimento: mineiro SEMPRE tem conhecido e mineiro AMA ser penetra) lá estava o conhecido, e nós confortavelmente sentadas, esperando com a namorada (é, além de penetra, éramos vela) um outro amigo.

Quando esse amigo chegou... não... pera, antes é preciso frisar que eu tendo a uma antipatia patológica e não sou chegada a pessoas, traduzindo: sou antisocial.

Voltando, quando esse amigo chegou logo foi se apresentando, tagarelando, gesticulando, sorrindo, simpático DEMAIS. Pera de novo, mais uma vez é bom um adendo aqui: odeio pessoas simpáticas. E esse amigo é um simpático patológico! De repente o incrível aconteceu, eu estava tagarelando também, "como se não houvesse amanhã", e já sentada ao lado do amigo recém-chegado, toda simpática, sorridente e contando a estória da minha vida.

Não perguntem como isso ocorreu... porém, como tudo o que é bom acaba, ele se levantou para ir ao banheiro e minha amiga disse que queria ir embora. Então, levantei e partimos. Nunca mais o vi.

Dois anos, praticamente cravados, depois, estava indo para o show do Titãs com essa mesma amiga e vi esse rapaz, ai o incrível aconteceu, acenei para ele (nota: eu não aceno na rua) e o mais incrível (agora que conheço ele posso afirmar isso), ele não acenou de volta.

Uma semana depois fui no churrasco de aniversário dessa amiga e pronto, lá estava ele (de penetra) com os amigos. Novamente conversamos a noite toda, como se fôssemos amigos íntimos e não tivessem passados dois anos desde a última vez que nos vimos.

Amanhã conto o final da estória...

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Material Escolar


Todo mundo que me conhece sabe que eu sou uma pessoa muito econômica. Se alguém disser que eu sou zura ou mão-de-vaca eu nego até a morte, pois ser ECONÔMICA é diferente de ser unha-de-fome.

Bom, com esse meu jeito eu acabo tendo tudo que os outros tem, mas de uma forma menos dolorosa financeiramente. Exemplo absurdo eu tive hoje, quando cheguei em um dos meus trabalhos para marcar pacientes e me deparei com o desespero pós compra de material escolar.

Todos sabem que eu tenho um Filhote, que nesse momento está com quatro anos e meio e vai para o segundo ano do pré escolar, portanto, já tem uma grande lista de material.

No ano passado levei Filhote e Mamily para comprarem o material escolar comigo, já que era o primeiro ano em uma "escola de verdade", digo não-creche, então queria que isso servisse como um rito de passagem. Também por ser o primeiro ano, tive que comprar mochila de rodinha, todo o kit merenda, estojo... resumo: achei caro para caramba o valor pago.

Esse ano estava muito mais felizinha pois como meu filhote é MUITO organizado e cuidadoso com as coisinhas dele de escola, a a mochila (comprada no ano passado) está muito conservada e o estojo está praticamente NOVO, saído de loja. O avental, apontador, copo, lancheira... tudo absolutamente conservado.

Portanto, vou eu toda serelepe à papelaria (sozinha) comprar o que a lista pedia (ignorando sumariamente absurdos como: papel higiênico, sabonete, e demais produtos de higiene). Tá, comprei tudinho que era requisitado, obviamente optei por materiais com boa qualidade, mas não de marca. Comprei cadernos de capa dura, pincel e papéis do melhor tipo, lápis ecológico antideslizante...

Tá, já enrolei demais para chegar ao ponto. Sei que gastei MUITO POUCO, sério, até eu achei que tinha algo errado com o valor, ai quando eu abri a boca para comentar isso no trabalho, eu ouço um: "QUANTO??? ISSO NÃO CHEGA NEM NA METADE DA PRIMERA DE CINCO PARCELAS QUE EU TENHO QUE PAGAR PROS MEUS FILHOS!"

Rapidamente explico: essa menina tem dois filhos, uma de um aninho e outro mais velho que meu Filhote. Ela optou por só comprar coisas de marca, sendo bem exata do Ben 10 e da Jolie.Ai vem...

Me criticaram por eu pensar da forma que eu penso. Disseram "tadinho do seu filho", ou "na escola que o - filho da outra - vai estudar só pode ser coisa de marca, senão a criança fica triste", ou "vc faz isso pois sempre teve do bom e do melhor", ou "eu - a outra da conversa - só queria coisa de marca tb, e só vou comprar pro meu filho coisas caras e de marca".

Olha só... isso é valor que se passe para uma mente em formação? Que isso gente... com podem querer que o filho cresça fútil, sem saber o real valor das coisas?

GEEEENTE, sério... to meio chocada com os princípios desse pessoal. Isso vai fazer aumentar o rendimento escolar? Isso vai fazer a criança ser mais amada? Mais aceita? NOSSA... se as crianças da escola acharem que quem é melhor é quem tem coisas melhores, eu tenho pena de quem estuda nesse lugar.

Tá, admito que sempre estudei na melhor escola particular, só de elite (mesmo eu sendo a única pobretona), minha mãe sempre fez questão de me dar o melhor... mas é JUSTAMENTE POR ISSO que eu não dou valor a essas bobeiras, pois sei que isso não representa NADA!

Tá, agora para terminar... Filhote estuda em escola particular, e o dessa outra, que disse que só de marca para ela e para a filha, não. É... são os princípios, não paga pelo melhor ensino que pode pagar, mas paga para a melhor marca que será exibida para os outros.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Luto por Teresópolis

Nem preciso dizer quanto sofrimento e ansiedade as pessoas de Teresópolis estão passando. Meu filhote está lá, nossa, que susto! Não vejo a hora de vê-lo sob minhas asas novamente.

Mesmo não estando presente, estou profundamente chocada e sensibilizada com a situação. Queria poder ajudar.

Só fico pensando o quanto de força as pessoas terão que ter para se reerguerem, para começar a ter esperanças novamente. Só peço que essa força surja logo e que cada vez mais haja consciência política e pessoal, para que os desastres sejam minimizados.

sábado, 8 de janeiro de 2011

A Origem

Graças ao maravilhoso antibiótico Ciprofloxacina (desconsiderando seus mil efeitos tóxicos), estou mil vezes melhor! Já consegui dar banho na cadela, no carro e na moto, e por isso estou aqui, com outro ânimo, para resenhar A Origem.
Estava muito ansiosa para ver o filme, mas acho que a situação que eu me encontrava não estava muito favorável a isso, portanto admito, tive muita dificuldade de me concentrar e não consegui fechar uma opinião decente sobre o filme, podendo (mesmo que morrendo de vergonha) assumir que me confundi no final.

O filme tem um roteiro bem complexo, e como se trata de uma estória muito original, seus diálogos também se tornam complexos, já que explica uma realidade sci-fi. Acompanhamos Leonardo de Caprio (que está muito bem), como Cobb, que é capaz de infiltrar-se nos sonhos das pessoas para conseguir extrair informações. Devido a sua capacidade superior nesse quesito, ele é "contratado", sob condição de se libertar de uma pena diplomática e rever seus filhos, para incutir uma informação na mente de um empresário.

Ocorre o seguinte: para retirar informação é tranquilo, quem tem essa capacidade simplesmente invade os sonhos das pessoas e consegue, com certa técnica, alcançar o objetivo, PORÉM, para colocar idéias, já não é dessa forma, tanto que a maioria das pessoas afirma simplesmente não ser possível. Bom, devido a questões pessoais já comentadas, Cobb aceita tentar.

Só que na verdade o pano de fundo é outro... temos essa estória como ação primária do filme, só que o complexo está por trás, nos traumas de Cobb devido a uma experiência prévia.

Bom, quer tiver curiosidade, vale muito a pena ver o filme, por se tratar de uma ótima produção e roteiro...

...só que eu me perdi, chegou um ponto que o filme terminou e eu não fechei minha opinião, não entendi em que ponto houve a quebra... até que ponto era virtual... ai, não vou falar nada para não estragar, mas COM CERTEZA terei que ver o filme de novo, de manhã, sem sono, ou seja: em condições de total alerta. E recomendo essa condição a todos que forem assistir A Origem.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Doente no início do ano

Estou tão triste hoje... tenho ficado constantemente doente, cada hora é uma coisa, mas ficar doente logo no início do ano é tão desestimulante.

Já vim da praia me sentindo um pouco mal, durante a semana piorei e hoje, finalmente, fui parar no hospital. Mais uma das minhas incontáveis infecções renais. Não aguento mais chegar no hospital com a mesma coisa. Nossa!

Graças aos meus cálculos renais velhos de guerra, de vez em quando eu tenho uma surpresinha, e essa semana estou recebendo uma especialmente ruim. Dizem que quem tem crise renal está experienciando uma dor de parto... nossa, perdi a conta de "quantas crianças já nasceram" se for assim.

Vim mesmo comentar sobre alterações emocionais quando estamos doentes. Nossa, eu fico me sentindo tão absurdamente carente, que chega a cansar! Estou profundamente triste, me sentindo solitária, carente e entediada - tudo misturado, fora o mal físico que uma crise renal proporciona. E como sou uma pessoa extremamente explosiva e temperamental, eu fico com fortíssimas tendências à grosseria. Pior? Impossível.

Queria estar rodeada de amigos agora, e não nessa Muriahell. Queria poder ter tudo o que quisesse na altura da minha mão e queria simplesmente pedir e receber. Absurdo? Mimada? Pode ser, mas só estou sendo muito sincera.

Jogue a primeira pedra quem nunca ficou dengoso quando doente?

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Um Amor para Recordar

Tinha uma paciente que vivia falando do filme "Um Amor para Recordar", por ser seu predileto, por ser emocionante... mas por se tratar de uma pessoa muito mais sensível do que eu, acreditei estar exagerando, mesmo assim estava curiosa para assistir.

Nossa, deve ter rios de pessoas que poderão me criticar, dizendo que é uma soma de clichês, que é previsível, que força na melação, que é um romancezinho água com açúcar xinfrim... dane-se, assisti e chorei muito!

Tá, admito que tem clichê, é previsível e muito açucarado, mas eu AMEI, ou seja: o filme surtiu o efeito proposto para um filme de mulherzinha, pois é isso que ele é. E digo mais, é de peso, tem muita força para se tornar um clássico do gênero "mulherzinha".

Nossa!!! Que filme lindo, que emocionante!! Quando o filme iniciou (NÃO contarei spoilers), pensei que fosse tomar um rumo completamente diferente, depois mesmo estando meio na cara continuei teimando e achando que iria tomar um rumo diferente, e depois, mesmo nítido e faltando uns 15 minutos para o final (onde já houve todo o desenrolar), eu ainda achava que poderia acontecer mais alguma coisinha.

Não posso falar mais pois, com certeza, estragarei o filme para quem ainda não teve esse prazer, mas se você é mulher, está meio desanimada, sem fé, num dia chuvoso ou, como eu, matando trabalho ASSISTA! Ou melhor: se você é mulher ou é sensível, assista de qualquer forma.

Mas prepare o lenço, pois aqui em casa foi uma choradeira danada! Lindo, lindo, lindo!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Final de Ano

Por um milagre da vida meu final de ano transcorreu maravilhosamente bem (obrigada a quem torceu por isso, acredito que tenha dado sorte), claro que alguns contratempos sempre ocorrem, mas posso, com certeza, afirmar que esses foi um dos melhores finais de ano da minha vida.

Sem dramas ou perrengues, como de costume.

Natal em casa, tranquilo, com amigos queridos, Filhote, Mamily e outros agregados amados. Aliás, passar natal com criança é ótimo, ainda mais quando vc escuta que "Nooooossa, Papai Noel entendeu tudo o que eu pedi!!". Excelente comida, excelente companhia, clima tranquilo, como o Natal deve ser.

Já o reveillón conseguimos ir para a região dos lagos, e mesmo o transporte e o tempo não tendo ajudado muito, eu aproveitei bastante!

Na chegada conseguimos curtir sol até mais de sete da noite na Praia do Forte (Cabo Frio - RJ), companhia ótima, ótimo dia. Passamos o dia seguinte em Geribá (Búzios - RJ), local que eu não conhecia e achei maravilhoso, e de noite fomos em uma balada gay. Eu, como estranha que sou, dormi sentada e todos os gays ao redor ficaram olhando para mim (segundo me informaram) como eu seu fosse extraterrestre.

No dia seguinte, além de ser o dia da virada, o tempo estava muito nublado e nós estávamos caindo de cansaço, já que chegamos em casa quase sete da manhã, portanto resolvemos ir a um local mais perto e fui apresentar Costa Azul (Rio das Ostras - RJ) para os meninos. Dia nublado + mineiro = buteco.

A virada passamos em Cabo Frio e foi muito boa (fora o deslocamento até lá, mas eu outro post eu comento o fiasco)!!

Dia seguinte, todos pregados, dia nublado novamente e o passeio em Arraial do Cabo foi cancelado. Poxa, fazer o que em arraial se não poderíamos nem curtir os passeios de barco? Se não teria tanta graça a Praia do Forno? Ok, decidimos então voltar a Rio das Ostras, devido a hora que acordamos, e nessa tivemos uma adorável surpresa, já que curtimos um showzinho MUITO bacana em um dos quiosques da Tocolândia. Quem podia imaginar que no meio de um vendaval com chuvinha fina, estariam várias pessoas super empolgadas cantando legião, Raul... muito bom!!!

Chegamos tardão (já que até em casa foi mais de duas horas), mortos de cansaço e fome, mas felizes (e gelados, claro).

Dia seguinte a (nossa) bateria acabou, assim como a chance de sol, portanto basicamente ajeitamos nossa vinda, nos deslocando mais cedo para Macaé (RJ), local do qual partiríamos em retorno a Muriahell (fazer o que, né?).

Muito bom, praticamente perfeito, pena que o deslocamento (que virá em um outro post especial) deu tanta apurrinhação e trabalho!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Final do ano, que calor! Cadê o mar?

Final do ano se aproximando, e como moramos em Muriahell, estamos próximos dos 40 graus. Levando em consideração que não tive férias esse ano, é muito fácil visualizar o cenário: preguiça, torpor, derretimento, e vontade que chegue logo o último dia de trabalho. Como felicidade de pobre normalmente é devido a algum fato ridículo, estou toda felizinha pois amanhã é o último dia de trabalho do ano, ficarei em recesso a partir do dia 23 até dia 03 o que, espero, deve servir para me dar algum descanso.

Após resolver alguns probleminhas técnicos, conseguirei passar alguns dias na praia, não a quantidade desejada, ou até mesmo necessária, mas alguns poucos dias é melhor do que nada.

Praia, hum... para quem não mora, mas gosta de praia, acredito que passar uns dias à beira do mar é um puta remédio, sinto como se descarregasse as energias ruins, nos deixasse mais leves, ai... sou extremamente infantil em relação a isso! (Aliás, estou cada vez mais descobrindo que sou infantil em relação à coisas demais!) Mas... só de ficar olhando para o mar eu já me sinto mais calma, fortalece minha fé, me dá forças!

E como eu estou precisando disso!!! Só acho que para zerar com meu cansaço eu devia ficar pelo menos uns 15 dias direto, mas como não posso, me contento com o tempo que tenho. Sinceramente, se eu pudesse escolher, iria para uma praia "não cheia", mas isso na região dos lagos é desejar o impossível...

Um dos meus maiores desejos, sonho de vida mesmo, é morar numa praia. Vivo ouvindo pessoas que dizem que enjoamos, que praia só serve para dar trabalho, que enferruja tudo, que a areia suja tudo... blá blá blá... não me interessa. Simplesmente não me interessa. Não tem preço a influência positiva que o mar exerce sobre mim!

Estou aqui, agora, indo trabalhar, mas mentalizando o mar e fazendo contagem regressiva para semana que vem!!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Feliz Natal!!

Sei que hoje em dia o Natal é mais uma data comercial do que outra coisa, infelizmente, mas mesmo assim gosto demais dessa data!

Como sabem, não sou Cristã e por isso não vejo o Natal com olhos religiosos. Acho que é um dia em que as energias estão voltadas para a confraternização. Tá, posso estar sendo infantil e muito otimista, beirando à "Pollyanice", mas não adianta, curto Natal, gosto do clima de estar com pessoas queridas, comemorando o fechamento do ano e confraternizando juntos. Pena que nem todas as pessoas as quais eu gostaria de estar podem estar ao meu lado, de qquer forma crio muita expectativa para essa data.

Bom, mesmo tendo dito tudo isso, só vim aqui para desejar um Feliz Natal a todos e que as alegrias desse dia durem por todo o ano que vem. Que possamos ser tolerantes e sábios, tenhamos saúde e força para alcançarmos nossos objetivos.