domingo, 2 de maio de 2010

Recebi por email e adorei!

Escrito por Regina Brett, 90 anos de idade: "Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi as 45 lições que a vida me ensinou. É a coluna mais solicitada que eu já escrevi."

Meu hodômetro passou dos 90 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez:

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Quando estiver em dúvida, dê somente, o próximo passo, pequeno...

3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.

4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.

5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.

6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.

7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.

8. É bom ficar bravo com Deus. Ele pode suportar isso.

9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.

10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.

11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.

12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.

13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.

14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.

15. Tudo pode mudar num piscar de olhos. Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.

16. Respire fundo. Isso acalma a mente.

17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.

18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.

19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.

20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.

21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use lingerie chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.

22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.

23. Seja excêntrica agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.

24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.

25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você.

26. Enquadre todos os assim chamados "desastres" com estas palavras 'Em cinco anos, isto importará?'

27. Sempre escolha a vida.

28. Perdoe tudo de todo mundo.

29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.

31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.

32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.

33. Acredite em milagres.

34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.

35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.

36. Envelhecer ganha da alternativa -- morrer jovem.

37. Suas crianças têm apenas uma infância.

38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.

39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.

40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.

41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.

42. O melhor ainda está por vir.

43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.

44. Produza!

45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Crônica de uma Morte Anunciada


Desafio Literário

Mês: Abril - Escritor latino

Título: Crônica de uma Morte Anunciada
Autor: Gabriel Garcia Márques


O livro basicamente narra em terceira pessoa a estória, através de flashbacks, do assassinato de Santiago Nassar, jovem rico que supostamente desvirginou a (recém) esposa de Bayardo San Román. Para restituir a honra de sua família, os irmãos gêmeos de Ângela Vicario (a noiva desvirginada) resolvem matar o culpado por esta ter sido devolvida na noite de núpcias, e ai temos o motivo do crime.

Sem dúvida, para mim, o mais interessante do livro foi a forma como foi construído, de trás para frente (sempre tive um fraco por isto). A estória já começa revelando que o personagem principal está morto, e só depois nos apresenta o motivo e vamos conhecendo os demais envolvidos. O próprio narrador não nos é diretamente apresentado e, apenas aos poucos vamos obtendo informações a seu respeito.

O livro tem a ironia e a riqueza de narração bem típicas de Gabriel Garcia Marques, com uma leitura muito fluída, mesmo que um tanto pesada, e extremamente envolvente! Ficamos ansiosas e curiosas sobre o próximo acontecimento ou novo fato que se apresentará.

Olha, para mim é até difícil fazer uma resenha sobre os livros de Gabriel G. Marques, pois o acho tão brilhante, principalmente nos detalhes, que se for destacar cada ponto ficarei semanas aqui discutindo sobre o livro...

...então, finalizando, gostei BASTANTE do livro mas teve partes que, mesmo totalmente envolvida e enfeitiçada pela narração, achei impactante demais, quase a ponto de querer que fosse diferente, de trocer pelo o contrário.

Adorei o livro, adorei o personagem principal, (ridiculamente) queria que ele não tivesse morrido, e que o livro se chamasse "Crônica de uma Quase-Morte Anunciada".

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Trololo Cat

Eu nunca tinha visto esse vídeo, mas achei tão mimoso que resolvi dividir com vcs!

Para quem gosta de gato e ainda não conhece o Trololo Cat, vale a pena!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Armadilhas no trabalho!!!

Olha a situação que ocorreu comigo no trabalho. Já eram 11:25 h, isso significa que faltavam cinco minutos para o meu último paciente, quando entra um rapaz procurando pela Drª Diana (ninguém deve me chamar de Drª). Primeiro pensamento foi que devia ser algum engano, já que ninguém aqui me conhece. O segundo, imediatamente após o primeiro, logo depois que eu notei a cara séria do sujeito, era que devia ser parente de algum paciente.

O rapaz, que veio direto a mim, disse ter sido enviado pela coordenadora para eu avaliar, se apresentou como filho do sobrinho do prefeito, disse estar de férias em Muriaé e relatou o acidente sofrido em um jogo de futebol, porém, após isso, os ataques começaram.

Quando digo ataques, quero dizer uns tremores, e uns tiques com cabeça, ombro, língua, boca, de uma forma muito estranha (muito igual a isso AQUI). Só que, como o cara era paciente, eu mantive a calma e o levei para a sala de avaliação para descobrir o que estava acontecendo, já que chamava tanta atenção de todos em volta que, ou estavam assustados, ou morriam de rir.
Lá vou eu com o sujeito fazer a avaliação e, quando chegamos, ele me avisa que tem Tourette. Nunca atendi ninguém com Tourette porém, pelo o que eu me lembrava, as pessoas falavam muitos palavrões do NADA, tinham uns ataques meio que se estapeando... Bom, continuei a minha "avaliação", só na anamnese, sem tocá-lo, para não estressá-lo mais ainda, já que ele me revelou que seus tiques pioravam no estresse, situações novas e com "jaleco branco". Tá, deixei-o se acalmar, tirei o jaleco e, após pedir que outro fisioterapeuta atendesse minha paciente (a de 11:30h), começamos a conversar.

Gente, trinta minutos depois ainda estávamos na mesa e, na altura do campeonato, eu estava suando, nervosa e toda dolorida, só de ver o cara se debatendo... e com vontade de MATAR os meus colegas de trabalho, já que nenhum estava atendendo e só ficavam rondando a sala, roxos de tanto rir. Controlando minha vontade de pular no pescoço de um, eu comecei a explicar para o rapaz as técnicas e responder as mil perguntas que ele me fazia.

Porém, chegou um momento que ele me disse que eu deveria atendê-lo no horário de 12:00 horas, já que a coordenadora havia pedido (por ser quem ele era), já que não atendíamos ninguém nesse horário. Ah... ai já viu né? Falar isso comigo? Nessa hora eu comecei o meu discurso que para mim todos são iguais, que o rico entra na fila da mesma forma que o pobrinho, que eu não aceito politicagem e que se eu fosse atendê-lo seria pelo problema dele, e não porque um superior havia me mandado...

Nessa hora (uns 40 MINUTOS DEPOIS que eu havia começado a avaliar o rapaz), entra uma das sarnas que trabalham comigo, uma das que estavam roxas de tanto rir de mim, e aperta a mão do cara, parabenizando ele pela atuação.

O POVO ARMOU PARA MIM!! Esse "rapaz" era o esposo da minha nova colega de trabalho, que eu ainda não havia conhecido, e conseguiu me enganar!!!!! Eu sofri 40 minutos, já que estava morrendo de pena do cara, e puta da vida com o resto do povo que só fazia rir!

O sujeito conseguiu representar com tamanha PERFEIÇÃO que me choca até agora (deixo bem claro que o mesmo é fisioterapeuta tb, professor universitário e ensina justamente matérias relacionadas à sua atuação!)... além do choque de ter sido enganada pelos "à toas" do trabalho, que devem ter esperado ansiosamente a minha vez de cair no golpe!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Breve análise (preconceituosa) das condições de trabalho no interior

Minha "irmã" diz que quando eu não estou reclamando que não tenho tempo para nada, que estou correndo e cheia de coisa para fazer, eu reclamo que estou entediada. Esquecendo o fato que, ao ler isso, as pessoas irão pensar que eu só faço reclamar (o que é uma certa mentira, já que entre uma reclamação e outra eu bebo e durmo rsrsrs), a questão comentada é a mais pura verdade, ou eu me sinto exausta pelo excesso de coisas, ou eu me sinto muito entediada pela falta de coisas. Por isso, tirarei esse momento de tédio para ser preconceituosa.

Após eu receber uma ótima visita esse final de semana e conversarmos muito sobre a diferença da vida no interior e nos grandes centros não conseguimos, praticamente, chegar a conclusão nenhuma. A minha sentença final é que o ideal é sermos felizes, e se para isso devemos estar no meio do agito, no meio do estresse estimulante ou no meio do mato, é uma questão pessoal. Devemos, portanto, correr atrás disso, mas arcar com as consequências depois.

Discutir essa questão é bem mais complexo do que essa simples divagação em um blog, porém, várias são as variáveis que devemos analisar para compararmos a qualidade de vida, como por exemplo moradia, violência, acesso a cultura e centros de formação, trabalho, lazer e as relações humanas.

Vou destacar um ponto para dar uma argumentada (com uma perspectiva totalmente pessoal) e já que relações humanas, cultura e lazer eu nem posso me atrever (devido ao abrigo anti-bomba), escolherei o trabalho.

- No interior, a chance de sermos "engolidos pelo mercado selvagem" é indiscutivelmente mais remota, porém, o estímulo que essa mesma selvageria mercadológica proporciona, que é a constante atualização e aprimoramento profissional, tb está ausente. Devido a essa menor exigência, podemos facilmente nos tornar profissionais acomodados e, o pior, ultrapassados.
- O salário é outra questão a se levar em conta, já que ganhamos menos, mas gastamos menos.
- As relações interpessoais no ambiente de trabalho são, na maioria, muito restritas e, no interior temos o ambiente propício para fofocas (isso se deve ao fato de que o tempo que as pessoas dos grandes centros estão gastando se aprimorando, as do interior estão gastando prestando atenção na vida alheia).
- A rede de contatos fica muito complicada, já que no interior, o nome de família, o dinheiro de berço, a prima-da-amiga-de-madrinha-do-filho-do-prefeito é sempre melhor do que você. Uma vez que a sua formação e capacidade são facilmente suplantadas por essas outras "qualidades".

Posso estar enganada mas essa é a minha atual visão das coisas que, admito, é bastante restrita.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Desasabafo dos hormônios descontrolados

Olha, hoje não foi um dia bom, aliás, esses dias não foram bons então acho melhor se afastarem de mais um post da série: posts de desabafo. (Bom, se continuarem, não digam que eu não avisei!)

Tenho repensado em muitas coisas na minha vida (aliás, desde que eu vim para Muriaé me sobra muito tempo para isso, já que aqui nada me interessa!) e o mais novo anime que eu estou assistindo só contribuiu para estimular mais ainda o meu momento introspectivo. O triste é que dessa introspeção não está sobrando muita coisa boa, acho que a culpa é dos hormônios, só pode.

Para esquecer os problemas que surgem (pois já é cansativo aguentar as coisas que eu já tenho que resolver naturalmente) eu vivo de palhaçada. Faço piada com tudo e todos e vivo de bom humor. Só que isso cansa, e quando vou rever algumas atitudes,ou simplesmente não me reconheço mais ou não sei se tudo isso é válido.

Tenho problemas graves no trabalho por questões organizacionais (quem lê o blog sabe que ficamos cinco semanas sem água em uma clínica de fisioterapia, só não sabe que ficamos sem cadeiras, que os tacos saem, que faltam equipamentos, que não tem uma instalação elétrica decente e que, por isso, os aparelhos são ligados em 3 extensões grudadas... não preciso ficar enumerando mais, não é?), fora os problemas políticos que frequentemente nos levam a sermos ameaçados (não vou entrar em detalhes pois ficaria bem extenso) e as demais chatices. Somando isso ao fato de eu, como todos sabem, detestar Muriaé, acho que o melhor agora é viver levando as coisas de uma forma mais light (para quem me conhece SABE o quanto é difícil eu ser light), resolvendo as coisinhas sem estresse, esperando para ver o que vai acontecer, botando panos quentes... ou seja, meu peito está virando um brejo de tanto sapo que eu engulo(!), tudo isso com o intuito de sofrer menos (coisa que DEFINITIVAMENTE não faz o meu estilo).

Porém (só pode ser devido a TPM) essa semana expirou o prazo de ser "easygoing". Não suporto mais, a vontade que eu estou é de gritar aos quatro cantos tudo o que eu quero falar para todo mundo, com direito a dedo na cara e tudo o mais!!! Can-sei!

Ontem cheguei ao ápice quando um paciente meu virou para mim e disse: "- Posso te dizer uma coisa?" Eu: "Hum?" Ele: "Você precisa arrumar um namorado". E eu respondi: "-Posso te dizer uma coisa?" e Ele: "Hum?" Ai eu: "Vai a merda?"

No final, sabe qual foi a única alternativa que eu arranjei? Fuga. No trabalho: fico muda e, quando não estou com a mão em algum paciente, leio (estudo) ou limpo. Em casa: biiru (cerveja para quem não sabe), hobbie, estudo e família (filhote e "irmã", pois até mamily tem estado sob a minha mira). Quando saio: hum? O que é isso mesmo? E querem saber? No meu estado atual é melhor eu ficar quieta dentro de casa e pendurar aquela plaquinha de "Não Perturbe", ou melhor "Cuidado, cão bravo".

Já pararam pra pensar que estamos praticamente o tempo todo rodeado por hipócritas? Egoístas? Quando estamos felizinhos, lindinhos, endinheiradinhos, estamos rodeadinhos. Agora, experimente não ser perfeito e ver o que acontece!

Tá, agora que eu pude "gritar" aqui, posso voltar para a minha vidinha e continuar meu momento "fuja desesperadamente como Forest Gump". Run Forest!!!! (Pena que eu não tenho fôlego)

sexta-feira, 2 de abril de 2010

A Montanha dos Mackenzie

Maratona de Banca - Abril
A Montanha dos Mackenzie, Linda Howard
Sinopse (do próprio livro): Ruth, uma cidade pequena do Wyoming, está prestes a aprender algumas lições com a nova professora local. Para começar, Mary Elizabeth Porter está decidida a convencer o jovem Joe Mackenzie a voltar para a escola. Mas Joe e seu pai, Wolf Mackenzie, sofrem o preconceito dos habitantes de Ruth por serem metade índios e metade brancos. Além de todos os obstáculos morais, Mary enfrenta também a natureza inóspita da montanha dos Mackenzie e, em meio a uma forte nevasca, segue para a fazenda deles. No meio do caminho, encontra Wolf. Agora, Mary sabe que também terá de amaciar o coração amargurado de Wolf e ensiná-lo a maior de todas as lições da vida: a capacidade de amar e de se deixar ser amado.

Lendo essa sinopse temos uma idéia vaga demais do livro porém, lendo o trecho a seguir, do SEGUNDO parágrafo do livro, já sabemos o que esperar: “Wolf Mackenzie não podia dormir. A lua, cheia e brilhante, lançava sua luz chapeada sobre o travesseiro vazio, junto a ele. Seu corpo palpitava dolorosamente de desejo, o desejo sexual de um homem na flor da vida, e o passo das horas só intensificava sua frustração. Por fim se levantou e se aproximou nu à janela; seu corpo, forte e poderoso, movia-se com fluidez.”

Gostei do livro e, sinceramente fiquei MUITO curiosa sobre Joe, o filho de Wolf (o rapaz promete!!! Estou doidinha para ler o segundo livro da saga Mackenzie), além de simpatizar muito com a Mary. Porém, achei que em certos momentos (principalmente no início do livro, quando a coisa ainda não engrenou de verdade) Wolf tem falas meio baixo níveis, até desnecessárias, que com certeza chocariam uma virgenzinha como Mary... descontando o fato de que o cara parece um animal no cio, credo! Poxa, a primeira vez da mulher iria ser num CELEIRO porque ele calculou que ficava mais perto da casa? Exagero!

Porém... com o desenrolar da estória vamos nos apegando a eles e vendo o maravilhoso caráter de Wolf que (infelizmente) é camuflado devido ao seu ressentimento.

Nesse livro nota-se de forma bem definida o começo, o meio e o fim, completinhos, e pode contar com um enredo, mesmo sendo um light romance, ao contrário do que costuma acontecer. Claro que o foco é no núcleo principal, mas temos os persnagens secundários muito bem marcados.

Gostei e recomendo para quem gosta do estilo!! (E o Joe promete... rsrsrs)

quarta-feira, 24 de março de 2010

O Apanhador no Campo de Centeio


Desafio Literário
Mês: Março - Clássico da Literatura Mundial

Título: O Apanhador no Campo de Centeio
Autor: J.D. Salinger



O livro nada mais é que uma narrativa em primeira pessoa com um argumento muito simples: a visão de um adolescente de 17 anos, que acaba de ser expulso do colégio, sobre sua vida, seus pensamentos e seus ideais (ou a falta deles, muitas vezes).

A escrita extremamente coloquial faz a leitura ser muito fluída e interessante. Acho que o autor soube explorar isso muito bem. Porém, para quem se perde ou não gosta de prolixidades, pode desistir desse livro! O menino é a criatura mais prolixa que eu já vi na vida!

Ri em várias partes, principalmente pela forma como é narrado e os cortes que o autor dá para mostrar o pensamento (na maioria das vezes em um contexto totalmente diverso ao momento) do temperamental rapaz (Holden). Os comentários dele são ótimos, irônicos e sarcásticos, bem do jeitinho que eu gosto!! Porém, admito que sua personalidade (apesar do Holden ter bondade e sensibilidade) é, no mínimo, complexa com rebeldia, revolta e intransigência bem marcadas, fora os traços psicológicos que eu não consigo definir.

O livro (ao MEU ver) tem frases interessantíssimas (as quais EU vivo pensando... e se eu pudesse destacaria uns duzentos exemplos aqui) e só por isso eu já recomendo! Mas já aviso: esse livro NÃO FAZ o estilo da maioria, tenho certeza.

Eu gostei bastante!! Se você acha que pode gostar, dê uma checadinha nesse resumo aqui e nesse artigo aqui. Conheça sobre teorias conspiratórias sobre ele aqui. E, finalmente, leia o livro aqui.

domingo, 21 de março de 2010

Kimi ni Todoke

Tenho uma lista de mangás que "eu TENHO que ler", e essa lista só aumenta. Quando termino de ler um eu recorro a ela com intenção de finalizá-la (eu me iludo muito fácil). Porém, essa semana Laura (que tb tem sua lista) me obrigou a adiantar um dos mangás. Primeiro, tenho que agradecê-la por isso, e segundo tenho que dividir uma questão com vcs: já repararam que ela me obriga às coisas? Me sinto de certa forma coagida! HAUAHUAH Brincadeiras à parte, Kimi ni Todoke VALE A PENA! Não é a toa que vem aparecendo na lista dos mais vendidos regularmente.
Um mangá, no mínimo, fofíssimo, que conta com uma estória singela e um gráfico que, mesmo que inicialmente não aparente ser tão atraente, nos pega pela sutileza e nos faz apaixonar!!! Bom, sem ficar me rasgando em elogios, a estória se foca em Sawako Kuronuma, uma estudante que tem sérios problemas em se relacionar devido à sua personalidade e, principalmente à sua imagem, já que ela tem uma aparência que faz lembrar filmes de terror (O Chamado). Porém, defendendo, sua personalidade é simplesmente mal interpretada, ela é ingênua, tímida, não sabe seu valor e tem sérios problemas de comunicação. E sua aparência? É fofíssima! Ela é muito bonitinha, só que faz cada expressão facial que mata um de susto!Ao conhecer Shouta Kazehaya, sua vida começa a mudar, relacionamentos vão surgindo (aliás, as amigas (1, 2) dela são ótimas!), ela vai experenciando novos sentimentos, conhecendo pessoas e, principalmente, se deixando conhecer, e vai descobrindo uma realidade totalmente diferente da que vinha tendo até agora. Até que um dia percebe que um sentimento mais forte começa a surgir... e como sentí-lo, como entendê-lo e como revelá-lo?

Recomendo muito! Muito bacana e, mesmo tendo um contexto infantil (school life), não deve ser visto com preconceitos, já que ele é uma mescla de slice of life tb. Como disse, vale a pena mesmo! Virei fã e foi para a minha lista dos prediletos! Cheque AQUI!

terça-feira, 16 de março de 2010

Avatarize Yourself

Olha, estava passeando por um bloguinho bem bacana, o Happy Batatinha, e conheci o Avatarize Yourself. O próprio nome já diz, mas para quem não ligou " a palavra ao filme", este é um aplicativo que simula como você seria se fosse um Na'vi.

Esta ai sou eu de Na'vi (o bico não esconde a procedência, né?). Quase morri de rir quando vi que ficou um olho maior do que o outro, já que isso foi motivo de quase morte entre mim e Laura (tá, agora eu admito, até de Na'vi eu tenho um olho maior do que o outro!!!).

Mesmo eu não tendo blogado (vergonha mesmo) sobre o Avatar, que sem dúvida nenhuma foi um dos filmes que mais gostei dos últimos tempos, eu não posia perder essa oportunidade. Até que ficou parecidinha, né? Tentem vcs!

E, para quem pensou: ela não está reclamando tanto de cansaço (?), não está super atarefada (?), e não tem mais nada para fazer (?)... respondo que, mesmo atrasada (já que tenho que estar daqui a vinte minutos na vistoria da casa antiga e daqui a 1 hora e meia em um paciente) eu sempre tenho tempo para inutilidades!

sábado, 13 de março de 2010

Descanso? Um breve desabafo...

ALERTA: O post a seguir é totalmente feminino!! Homens, mantenham distância!!!
Sabe quando sua alma quer fazer um monte de coisas e o seu corpo não acompanha? Pois se não sabem, não queiram saber, e se sabem, sabem exatamente como estou me sentindo.

PORÉM... simplesmente eu não consigo descansar!!! Coisa doida! Após minha (três vivas!!! ieeeeei, ieeeei, ieeei!) mudança eu estou exausta, mas cada dia tem uma coisa diferente que atrapalha meu descanso.

O trabalho está um inferno. Um IN-FER-NO! Vc acredita que estamos nos sujeitando a trabalhar 3 semanas SEM ÁGUA? Quero lembrar a todos que eu trabalho em um local de saúde, onde passam no mínimo 100 pacientes por dia... conseguem visualizar a situação? Além de impossível e ridícula, é absurda, contra TODAS as regras de sanitarismo e biosegurança. Porém, minha coordenadora só foi capaz de nos ameaçar, já que solução não tem previsão.

Ela teve a audácia de mandar "lavarmos" mão com álcool, pegar água na Secretaria de Saúde (que fica minutos a pé) e fazermos xixi (tentando ser menos explícita) sobre os 10 últimos xixis. Os pacientes? Não me perguntem, pois deve ter uns 100 "últimos xixis".

Porém, eu estou tão cansada que nem argumento mais, já que da última vez que tentamos ela perguntou: "qual é o problema agora?" HAUHAUAH Deu vontade de responder: "não, sei, acho que estamos delirando que há 3 semanas não tem água!" Absurdo é o mínimo, né?

Pois é.. voltando ao meu cansaço... ele está tão grande que não consigo descansar. É, para quem não viveu isso ainda, pode crer que é possível. Seu corpo não pára, vc fica eufórica e não foca em nada direito... mas tb não descansa.

Com exageros à parte, estou tão largada que me sinto como se estivesse virando um lobisomem (e não sexy como o Jacob!), cabelo desgrenhado, unhas nem se falam, sombrancelhas que quase fazem dreds (para tb não ser muito explícita)... deplorável! E, somando à não cooperação do meu corpo (cansado) estou praticamente em prisão domiciliar há semanas! Pre-ci-so dar uma saída, mas kd as forças...

Tá, vou acabar esse post-desabafo, levantar a bunda multicolor da cadeira e virar mulher de novo... desculpem o post, o cansaço não me deixa nem raciocinar direito... quero um homem massagista daqueles de romance de banca! Agora! Ah, ele podia saber depilar tb, né? rsrsr

sexta-feira, 12 de março de 2010

Mudança, IEEEEIIIII!

Minha ausência completa se deve à minha mudança, IEEEEIIIII!

Em algum post ai atrás eu comentei que teria novidades, ou que "algo estava para ocorrer", pois bem, estou de casa nova! Para quem não me entendeu, estou de volta à civilização (quase, já que AINDA não saí de Muriaé)!!!!! Sem vizinhos horrendos!!! Ieiii! Um viva para isso!!!!

Tenho quintal, faremos uma horta (ieiiii, tenho terra!!!! Acabou essa coisa de carregar 20 quilos de terra no lombo!!!!), já arrumei todo o canteirinho da frente (com ajuda de Mamily, pois uma minhoca - deusmelivre - se jogou para cima de mim e eu meio que tive uma crise de pânico, claro) e, finalmente, cachorro, gato e filhote felizes... e eu em paz. Finalmente um pouquinho de paz (no quesito habitação, claro).

Se bem que, a mudança foi um "parto sofrido e prolongado", que até mereceria um post separado, mas eu estou tão mortalmente cansada que me afastarei da tarefa. Até cortes em todos os dedos, umdedo luxado e um lado da bunda totalmente preto (e depois roxo, e depois vermelho, e depois verde, e agora amarelo) eu consegui. Sério mesmo, juro que por um momento até pensei em casar e parar de sofrer carregando peso e instalando coisas... nessas horas, homens (sem ser esses que a gente contrata e paga) faz uma falta!!!

De qquer forma sobrevivi e estou muito satisfeita. Posso afirmar uma coisa para os que me conhecem, se eu tivesse vindo direto para essa casa aqui, eu não teria sofrido 1/3 do que sofri até agora. Então espero, sinceramente, poder (tb no quesito habitação) ficar tranquila por um boooom tempo, até armar o verdadeiro plano de fuga desse abrigo anti-bomba.

terça-feira, 2 de março de 2010

Amor por Encomenda

Maratona de banca - Março
O livro Amor por encomenda, de Mary Burton, foi minha escolha do mês de março para a Maratona de Banca, por ser um dos romances históricos que mais me atraiu quando eu li as resenhas de janeiro do desafio literário.

Conta uma estória muito simpática e que eu, como mãe solteira, logo me atraí. Nela conhecemos Jeena, uma jovem que está sendo excluída de sua família, discriminada pela sociedade e abandonada pelo noivo por ter optado por cuidar da filha recém nascida de sua irmã, que morreu ao dar a luz. No desespero, Jeena resolve responder a um anúncio de casamento, porém esse anúncio é enviado por um homem com um passado e costumes totalmente diferentes e que mora no oeste!

O grande lance é que, para se candidatar, Jeena mente que é viúva e mãe de um bebê, mesmo sendo solteira e virgem (rs). Obviamente o marido é um homem com H maiúsculo, super viril... e a coisa complica. Só que, em contrapartida, ele tenta fazer a parte dele para compreender e respeitar as diferenças entre ambos.

Claro que existe o background da estória, e nele entram outros personagens, uma (sutil) trama de vingança e os demais "cenários" necessários para ambientar a estória.

Bom, agora lá vai minha opinião: no começo eu gostei bastante, fiquei empolgada, querendo saber como a trama se desenrolaria. E, mesmo achando a estória singela, não encontrei tantos traços piegas, comumente encontrados nesse estilo. No meio do livro minha opinião era praticamente a mesma, só acrescento que se iniciou uma quantidade de clichês e previsibilidade um pouco maior. Só que, no final, eu acho que deu uma desandada.

Entenda, não que tenha estragado o livro, claro que não! Porém, deu a impressão que a autora teve que correr para entregar o final, que o prazo estava acabando, ou que o editor mandou diminuir o número de páginas. Parece que ela teria mais o que dizer, sabe? E ai descambou um exagero de clichês e entrou o lado piegas da coisa com força total.

Mas eu gostei (se o "finalmente" fosse mais caprichado teria gostado mais)! Bem simpático!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Selinhos 3

Novamente agradecendo Dona Laura...
REGRINHAS:
Postar o link do post de resenha que vc fez que mais gostou.
Presentear os blogs que têm resenhas maravilhosas.

O link da minha resenha está AQUI, foi difcícil escolher, mas acredito que esta representa o estilo que eu mais aprecio quando escrevo.

Passo o selinho para:

1) Natália
2) Srta. Camila
3) Mi Müller
4) Sweet-Lemmon
5) Normanda

Parabéns pelas resenhas meninas!

Selinhos 2

Queria agradecer a minha "irmamiga" Laura pelos 3 próximos selinhos, que irei dividir por post para não cansar a beleza de vcs.
REGRINHAS:
Postar o Selo em seu Blog!
Citar o Blog de quem te indicou!
Oferecer o Selo à 10 Blogueiras que você julga ser Dedicada aos seus Blog's!

Passo o selinho para:

1) Srta. Camila
2) Leninha
3) Natallie
4) Thalita
5) Suellen
6) Regina
7) Pâm Gonçalves
8) Náh
9) Nade
10) Nanda

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Não ao ato Médico!

Situação muito grave e importante, que deveria ter um crédito maior aqui... porém, enquanto isso não acontece, fica o meu protesto!

Saiba mais AQUI.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Sem tempo!

Por inúmeros motivos eu posso ficar afastada daqui.

Preguiça? Tá gente, sei que é frequente, mas nem é o caso agora!!! Eu estou bem tentada a contar minhas novidades para vcs, porém os tais motivos me impedem, então se eu não responder nos comentários ou não blogar, tem justificativa!

Primeiro é o final de semana da especialização, aliás, melhor dizendo, de prova da especialização!!! Aliás, melhor ainda, de uma prova escabrosa!

Segundo, eu estou praticamente de mudança (e achar casa aqui é difícil!!). E isso é muito bom!!! Mas calma povo, não estou saindo (ainda) de Muriaé!! Porém, se tudo der certo eu atualizo aqui depois.

Terceiro, caso o segundo motivo dê certo, eu estou bem enrolada com burocracia para a mudança de casa, correr atrás de serviços, mudança de velox...

Bom, tentarei estar por aqui, porém estou achando meio impossível já que estou sem tempo para praticamente tudo essa semana e semana que vem.

Abraços!!! E volto com novidades, se tudo der certo! Torçam!!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Desafio Literário - Fevereiro

Tema: Conto de Fadas repaginado
Mês: Fevereiro

Título: Crônicas de Nárnia - O Sobrinho do Mago / O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa
Autor: C. S. Lewis

Sinopses:
O Sobrinho do Mago é o sexto livro da série a ser publicado, porém é o primeiro em ordem cronológica. Através de anéis mágicos fabricados por Tio André, Digory e Polly viajam até Charn, um mundo muito antigo sem vida, onde libertam acidentalmente a Feiticeira Branca. Após alguns acontecimentos, eles chegam a um mundo que acabava de ser criado por Aslam: Nárnia. O livro termina explicando a origem do guarda-roupa do próximo livro. (Fonte: wikipédia)

O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa é o primeiro romance da série em ordem de publicação, porém o segundo em ordem cronológica. Narra a história de quatro crianças humanas: Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia Pevensie que, através de um antigo e misterioso guarda-roupa, chegam ao mundo de Nárnia, um exuberante país que enfrenta um terrível e prolongado inverno, imposto pela Feiticeira Branca (auto-proclamada rainha). Com a ajuda do grande e poderoso leão Aslam, os irmãos Pevensie devem derrotá-la e restaurar a paz à Nárnia e a todos os que nela habitam. (Fonte: wikipédia)

Escolhi este livro pois: Sempre tive vontade de lê-lo e como havia comprado um pouquinho antes do desafio, resolvi aproveitar o tema e apenas atrasar um pouquinho o início da leitura.

A Leitura foi: Muito gostosa em algumas partes, porém um pouco maçante e lenta em outras. Infelizmente não me conquistou de cara, tive que insistir para passar de alguns trechos, enquanto que outros eu gostaria muito que fossem estendidos.

Nota: 4 (5)

Estou um pouco na dúvida sobre o que escrever sobre esses dois primeiros livros do mundo de Nárnia (pois não é uma trilogia, como a maioria acredita), já que estou com a opinião muito dividida.

Antes de mais nada é preciso me desculpar e explicar um fato. Era para eu ter lido todo o Crônicas de Nárnia, inclusive comprei o volume único, porém a leitura é lenta e eu estou realmente enrolada com minha especialização, portanto já senti que minha missão com o Desafio foi cumprida (por ter lido dois dos livros) e não me apressarei para ler o resto.

Não sou muito chegada a uma descrição muito pesada, e achei que foi exatamente isso que Lewis faz em algumas partes, o que atrasou a leitura para mim (o que me fez imaginar como seria para uma criança). Porém, paradoxalmente, existem umas passagens tão infantis que por uns momentos eu achei desnecessárias (até eu lembrar que o livro é "infantil"), como por exemplo quando ele fala com o leitor: "(...) não vou descrever as criaturas aqui porque seus pais não os deixariam ler o livro" - ou algo do tipo.

A estória em si é muito boa, mas obviamente seria, uma vez que Lewis se baseou em Gênesis e Jesus Cristo, o que dá uma base fascinante (mesmo eu não sendo cristã, admito que a estória é, no mínimo muito bacana). Os personagens são bem retratados, suas personalidades bem definidas e, cabe destacar, erram muito, tem medo e todas as outras reações tipicamente humanas, porém dificilmente encontradas nos contos de fadas. Claro que, por outro lado, existem outros muito caricatos e nada cativantes, como a própria feiticeira.

O que ficou claro para mim (pelo menos inicialmente, pois ainda faltam 5 livros) é que é uma leitura lenta, detalhada e que, justamente por isso, fixa lindas imagens na nossa cabeça. Sinceramente só não sei se uma criança aguentaria lê-la sozinha.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Carnaval

Não sou fã de carnaval. Posso até dar uma aproveitada de vez em quando, mas realmente não faz meu estilo pessoal, portanto (como não pude viajar, que é a única coisa realmente boa) torna-se a desculpa perfeita para botar algumas coisas em dia. No meu caso, os estudos.

É pessoas, eu sou nerd demais mesmo, estudo no carnaval. Ou, pelo menos, tento.

Porém, esse ano, alguns fatores primordiais atrapalharam um pouco meus planos e, dentre eles, cito principalmente a Olimpíadas de Inverno.

Geeente, é impressionante como eu sou apaixonada por patinação artística no gelo! Nossa, eu sinceramente não consigo pensar em esporte mais lindo! A droga é que amanhã eu trabalho e devo perder a prova individual masculina, bosta (ai que vontade de faltar rsrs)! Para quem não conhece ou não acompanha, olha, eu recomendo pois vale mesmo a pena, um show! (Para quem viu, que apresentação livre foi aquela do casal prata???? Nossa!!)

Bom, outro fator foram os filmes. Esses dias (acho que foi domingo) estava eu toda animadinha estudando (sistema TOC), quando eu resolvo ligar a televisão para procurar a patinação... e dou de cara com a Bridget Jones (que eu já vi algumas vezes...), ai pronto, ferrou. E o pior: foram os dois seguidos.

Acredito que todos que frequentam isso aqui já assistiram o BJ, mas se não, outra coisa que eu recomendo, pois é muito engraçado!!! (Claro que o livro é melhor) Eu estava sozinha (todos viajaram) rindo aos montes e morrendo de me divertir (como boa nerd que sou), pensando que naquele mesmo momento uns 70% das pessoas da minha idade estavam dormindo ou sofrendo com a ressaca.

Outro fator foi o maldito Harvest Moon. Joguinho nojento! Maldita hora que baixei essa bosta! Enquanto eu não aumentei minha fazenda e casei eu não consegui desgrudar daquilo. Esse eu NÃO recomendo!

E, para finalizar o calor. Minha "Nossa Senhora"! Está insuportável!!! Nesse mesmo momento que escrevo eu estou literalmente escorrendo! A cintura do meu shortinho (estilo "É o Tchan") está molhada!

Somando tudo isso (Ah! Esqueci de dizer que adorei o dia de ontem amigão, mesmo não tendo visto nenhum dos filmes! Mas eu ainda acho que posso argumentar umas coisinhas rsrs) acredito que não tenha sido um carnaval de todo perdido... pena que eu não estudei como queria... pena que os livros estão atrasados... pena que... rsrs

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Tantas coisas para falar...

... mas com uma preguiça da porra para escrever.Olha, eu odeio pessoas que não atualizam os blogs que eu curto. Sério, troço que me deixa chateada é quando eu vou toda empolgadinha para ler as novidades de algum lugar e esse lugar permanece com a mesma cara há séculos. Até desanima continuar seguindo.

Não que não esteja acontecendo nada de diferente na minha vida. E não que esteja acontecendo tb. (Rsrsrs falar isso é praticamente a mesma coisa de: "né nada, né nada, é merda nenhuma", não é? rsrs) Porém o que tem acontecido irá acarretar posts meio "filosóficos-enjoados-semi-depressivos", então eu estou evitando postar, como por exemplo:

Absurdos Muriaenses, para variar (é gente, ainda não consegui alcançar meu objetivos das 101 coisas e parar de falar mal do abrigo anti-bombas), que estão me deixando puta da vida, como um caso de uma mulher que chegou me dando "carteirada" por ser prima do secretário de Saúde, achando que por causa disso iria passar na frente de 500 pessoas na fila. Rsrsr e veio tirar onda COMIGO? Que: 1) não to nem ai pro Sec. de saúde, 2) odeio esse de só por ter influência passar na frente dos outros, e PRINCIPALMENTE 3) defendo os pobres e oprimidos no meu trabalho.

Outra coisa, tenho trabalhado mais do que o normal, pois estou fazendo avaliações para academia, coisa que não fazia antes... Além de um ou outro particular que aparece... E os desafios de livros... e, o pior: coloquei TV via satélite, ai ferrou!

Cara, eu tenho tendências a me viciar em seriados. Fato. Nesse momento eu estou seguindo umas 4 séries, fora os malditos documentários que me prendem horrores. Já vi uns 670 Nostradamus, do fim do mundo, de gêmeos siameses, de síndromes raras, de engenharia...

Isto é: péssimo momento para blogar.

Descontando também que estou numa crise existencial, pois todos comentam sobre a parte cômica e extrovertida dos meus posts... só que não estou nesse clima. Ai não sei se posto "introspecções não-divertidas", ou se fico na minha, esperando essa onda de calor passar, e a comédia, ou pelo menos a ironia, voltar à minha mente.

Perdoem a falta de assiduidade e novidades mesmo assim, ok?